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Revista Socialismo Libertário 3

category brazil/guyana/suriname/fguiana | movimento anarquista | opinião / análise author Thursday March 16, 2017 22:15author by Coordenação Anarquista Brasileira (CAB) Report this post to the editors

O que é anarquismo

Terceiro número da revista Socialismo Libertário, publicada pela Coordenação Anarquista Brasileira (CAB). Veja aqui link para baixar a revista e para os artigos!

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Revista Socialismo Libertário num. 3

Coordenação Anarquista Brasileira


Baixar a revista completa aqui


Ler os artigos:

• O que é Anarquismo (CAB) aqui

• Objetivos Finalistas: revolução social e socialismo libertário (CAB) aqui

• Para uma Teoria da Estratégia (CAB) aqui


Editorial


Este terceiro número da revista Socialismo Libertário discute o tema anarquismo e estratégia. Ele envolve questões que nós, da Coordenação Anarquista Brasileira (CAB), temos debatido com afinco no último período, tanto internamente nas organizações, como entre as próprias organizações, que se articulam de norte a sul do país.

Os três textos aqui apresentados constituem o resultado deste debate e os consensos estabelecidos que, a partir de então, incorporam-se como parte de nossas linhas teórica, ideológica e estratégica.

“O que é Anarquismo” estabelece os marcos para conceituar nosso entendimento desta ideologia, que possui praticamente 150 anos de existência e impacto histórico e contemporâneo nas lutas de trabalhadoras e trabalhadores em todo o mundo. “Objetivos Finalistas: revolução social e socialismo libertário” especifica, com algum detalhe, nossa perspectiva política de futuro, nosso projeto revolucionário e socialista, que vemos como o horizonte de nossa militância cotidiana. “Para uma Teoria da Estratégia” apresenta alguns fundamentos teóricos com os quais temos trabalhado, definindo a noção de estratégia e diversos conceitos relacionados, num quadro mais amplo das relações de poder e das classes sociais.

Complementa esta edição da revista uma breve homenagem aos 80 da Revolução Espanhola que, juntamente com outros marcos históricos – como os 60 anos da Federação Anarquista Uruguaia, os 110 anos do primeiro Congresso Operário Brasileiro, os 90 anos da Plataforma Organizacional – e contemporâneos – dentre os quais destacamos o crescimento orgânico que tivemos no último período –, nos motivam permanentemente a continuar nossa luta.

Arriba l@s que luchan! Lutar, criar, poder popular!
Rumo à organização nacional!


Coordenação Anarquista Brasileira
Dezembro de 2016

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Brazil/Guyana/Suriname/FGuiana | Movimento anarquista | Opinião / Análise | pt

Mon 27 Mar, 18:46

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peq.jpeg imageObjetivos Finalistas 22:05 Thu 16 Mar by Coordenação Anarquista Brasileira (CAB) 0 comments

Afirmamos dois objetivos que entendemos por finalistas: a revolução social e o socialismo libertário. A revolução social tem por objetivo destruir a sociedade de exploração e dominação. O socialismo libertário é o que dá o sentido construtivo à revolução social.

peq_1.jpeg imagePara uma Teoria da Estratégia 22:00 Thu 16 Mar by Coordenação Anarquista Brasileira (CAB) 0 comments

Texto da CAB que conceitua estratégia e seus grandes elementos.

arte_web_cab1300x208.jpg imageO 1° de Maio em meio à crise final do projeto “Democrático-Popular” 00:56 Tue 03 May by Coordenação Anarquista Brasileira 0 comments

Os 14 anos de hegemonia do projeto democrático popular chegam a sua saturação final. Nestes últimos anos a esquerda não governista esteve em meio a uma luta para conformar uma alternativa a esse bloco. Cada setor, cada organização concebeu, a sua maneira, o que seria essa alternativa. Mas no fim, não foi capaz de presenciar alguma proposta que disputasse com o bloco governista nas lutas populares. Isso, por sua vez, não tirou de cena o surgimento de inúmeras experiências que transbordam ensinamentos e avanços difíceis de medir precisamente. Das “greves selvagens” e das revoltas nas obras do PAC, passando pelas jornadas de junho em 2013, a luta por moradia nas grandes cidades e a recente onda de ocupações de escolas por estudantes secundaristas em São Paulo, Goiânia, Rio de Janeiro e Belém mostram que em meio às trevas da ofensiva reacionária, também vai se afirmando uma nova geração de lutadores e lutadoras. Uma geração que não se formou pelas estruturas tradicionais de luta e organização que a esquerda construiu nas últimas décadas, por isso mesmo, uma geração refratária aos métodos e à cultura destas estruturas.

cazp2.jpg imageIdeologia, Materialismo e Poder 22:19 Sun 14 Jun by Coletivo Anarquista Zumbi dos Palmares (CAZP) 0 comments

O anarquismo, nascido no calor das lutas sociais do século XIX, sempre bem delimitou seus princípios desde um plano organizativo. As ideias de federalismo e de autogestão, senão exclusivas do anarquismo, tiveram em nossa corrente socialista um espaço desde as suas bases e se constituindo em princípio ativo, organizador de sua prática política e ponto de partida de suas elaborações teóricas. Assim, consideramos que o anarquismo se constitui enquanto ideologia e prática política.

bakunin_olhos.jpg imageA Lógica do Estado em Bakunin 23:04 Mon 01 Jun by Felipe Corrêa 0 comments

Na obra bakuniniana, o Estado moderno, em todas as suas formas ou regimes de governo, é considerado um instrumento político de dominação de classe que possui natureza dominadora, caráter de classe e função de garantir a dominação de classe. Essa tese bakuniniana será discutida a seguir por meio de quatro argumentos: 1.) A dinâmica do Estado, em suas distintas formas, está relacionada a diferentes tipos de dominação, na esfera política e em outras; 2.) As dominações do Estado são levadas a cabo em função de interesses das classes dominantes, sendo que a burocracia é uma dessas classes; 3.) Tanto o Estado quanto a burocracia tendem a conservar-se, principalmente em caso de a dominação em nível sistêmico e estrutural perdurar; 4.) A abolição do Estado é imprescindível para o estabelecimento do socialismo e a garantia da emancipação popular. Pretende-se, com isso, dar respostas a algumas questões. Mesmo relacionando Estado e dominação, como se explica essa natureza dominadora do Estado? Por que o Estado domina? Ainda que relacionando Estado e classes dominantes, como se definem e explicam as classes sociais e o caráter de classe da dominação do Estado? Como e por que a dinâmica do Estado contribui com a função de manter a dominação de classe na sociedade? Quais são as implicações estratégicas dessa análise teórica?

bn_peq.jpg imagePrefácio ao livro "Bandeira Negra: rediscutindo o anarquismo", de Felipe Corrêa 03:46 Wed 29 Apr by Lucien van der Walt e Michael Schmidt 0 comments

Prefácio ao livro "Bandeira Negra: rediscutindo o anarquismo", de Felipe Corrêa, publicado em 2014 pela Editora Prismas, na Coleção Estudos do Anarquismo.

autocritica.jpg imageUm pouco de autocrítica 07:44 Sun 29 Jun by Estevam de Vieira 0 comments

É sempre necessário recordamo-nos com honestidade que o Anarquismo deriva da tradição histórica (ou como chamam os mais antigos, tradição revolucionária), e que enquanto conjunto de ideias, propostas, críticas e soluções que contrariam o método científico advogado pelos marxistas – configurando mera "fábula", como afirmam de má fé seus adversários políticos – prioriza acima de tudo a orientação prática das ideias, visando tão somente à revolução social, sobretudo mediante a realização de seu objetivo finalista de reorganização da sociedade. Este artigo propõe uma reflexão sobre nossa responsabilidade enquanto propagadores e apoiadores do movimento.

anarquismo_e_poder_popular.jpg imagePoder e Anarquismo 20:30 Thu 17 Apr by Felipe Corrêa 0 comments

Artigo que discute, desde uma perspectiva histórica e teórica, a relação entre anarquismo e poder e entre anarquismo e poder popular.

VI Congresso da FAG imageDeclaração pública do VI Congresso da FAG 23:52 Thu 06 Mar by Federação Anarquista Gaúcha 0 comments

Nós militantes anarquistas politicamente organizados na FAG, reunidos no final de 2013 em nosso VI Congresso Geral, vimos compartilhar aos nossos simpatizantes e ao conjunto da esquerda combativa a presente declaração, composta de análise do período histórico em que vivemos; programa mínimo para forjar unidade entre os debaixo e a esquerda combativa, dando uma expressão política e noção de conjunto para avançar na correlação de forças e enfrentar o modelo dominante caracterizado; e elementos de uma estratégia operativa para a presente realidade em que nos inserimos e militamos enquanto anarquistas.

malatestafotos.png imageO Pensamento Político de Errico Malatesta 18:40 Tue 11 Feb by Felipe Corrêa 0 comments

Esse texto divide-se em quatro partes fundamentais para a apresentação do pensamento político de Malatesta: a.) breve exposição da vida do autor, do ambiente político em que ele esteve inserido e seus principais interlocutores; b.) discussão teórico-epistemológica, que distingue ciência de doutrina/ideologia e, assim, métodos de análise e teorias sociais do anarquismo, noção que será aplicada à própria exposição do pensamento malatestiano; c.) elementos teórico-metodológicos para a análise social; d.) concepção de anarquismo e posições estratégicas.

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imageObjetivos Finalistas Mar 16 by Coordenação Anarquista Brasileira (CAB) 0 comments

Afirmamos dois objetivos que entendemos por finalistas: a revolução social e o socialismo libertário. A revolução social tem por objetivo destruir a sociedade de exploração e dominação. O socialismo libertário é o que dá o sentido construtivo à revolução social.

imagePara uma Teoria da Estratégia Mar 16 by Coordenação Anarquista Brasileira (CAB) 0 comments

Texto da CAB que conceitua estratégia e seus grandes elementos.

imageO 1° de Maio em meio à crise final do projeto “Democrático-Popular” May 03 by Coordenação Anarquista Brasileira 0 comments

Os 14 anos de hegemonia do projeto democrático popular chegam a sua saturação final. Nestes últimos anos a esquerda não governista esteve em meio a uma luta para conformar uma alternativa a esse bloco. Cada setor, cada organização concebeu, a sua maneira, o que seria essa alternativa. Mas no fim, não foi capaz de presenciar alguma proposta que disputasse com o bloco governista nas lutas populares. Isso, por sua vez, não tirou de cena o surgimento de inúmeras experiências que transbordam ensinamentos e avanços difíceis de medir precisamente. Das “greves selvagens” e das revoltas nas obras do PAC, passando pelas jornadas de junho em 2013, a luta por moradia nas grandes cidades e a recente onda de ocupações de escolas por estudantes secundaristas em São Paulo, Goiânia, Rio de Janeiro e Belém mostram que em meio às trevas da ofensiva reacionária, também vai se afirmando uma nova geração de lutadores e lutadoras. Uma geração que não se formou pelas estruturas tradicionais de luta e organização que a esquerda construiu nas últimas décadas, por isso mesmo, uma geração refratária aos métodos e à cultura destas estruturas.

imageIdeologia, Materialismo e Poder Jun 14 by Coletivo Anarquista Zumbi dos Palmares (CAZP) 0 comments

O anarquismo, nascido no calor das lutas sociais do século XIX, sempre bem delimitou seus princípios desde um plano organizativo. As ideias de federalismo e de autogestão, senão exclusivas do anarquismo, tiveram em nossa corrente socialista um espaço desde as suas bases e se constituindo em princípio ativo, organizador de sua prática política e ponto de partida de suas elaborações teóricas. Assim, consideramos que o anarquismo se constitui enquanto ideologia e prática política.

imageA Lógica do Estado em Bakunin Jun 01 by Felipe Corrêa 0 comments

Na obra bakuniniana, o Estado moderno, em todas as suas formas ou regimes de governo, é considerado um instrumento político de dominação de classe que possui natureza dominadora, caráter de classe e função de garantir a dominação de classe. Essa tese bakuniniana será discutida a seguir por meio de quatro argumentos: 1.) A dinâmica do Estado, em suas distintas formas, está relacionada a diferentes tipos de dominação, na esfera política e em outras; 2.) As dominações do Estado são levadas a cabo em função de interesses das classes dominantes, sendo que a burocracia é uma dessas classes; 3.) Tanto o Estado quanto a burocracia tendem a conservar-se, principalmente em caso de a dominação em nível sistêmico e estrutural perdurar; 4.) A abolição do Estado é imprescindível para o estabelecimento do socialismo e a garantia da emancipação popular. Pretende-se, com isso, dar respostas a algumas questões. Mesmo relacionando Estado e dominação, como se explica essa natureza dominadora do Estado? Por que o Estado domina? Ainda que relacionando Estado e classes dominantes, como se definem e explicam as classes sociais e o caráter de classe da dominação do Estado? Como e por que a dinâmica do Estado contribui com a função de manter a dominação de classe na sociedade? Quais são as implicações estratégicas dessa análise teórica?

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imageObjetivos Finalistas Mar 16 0 comments

Afirmamos dois objetivos que entendemos por finalistas: a revolução social e o socialismo libertário. A revolução social tem por objetivo destruir a sociedade de exploração e dominação. O socialismo libertário é o que dá o sentido construtivo à revolução social.

imagePara uma Teoria da Estratégia Mar 16 0 comments

Texto da CAB que conceitua estratégia e seus grandes elementos.

textRepetir jargões ou pensar a conjuntura por um prisma anarquista Sep 10 FARJ 0 comments

Historicamente temos formas de análise conjuntural anarquista a problemas complexos que envolvem as movimentações dos de cima. Mas se todos os governos são iguais, para que faz análise de conjuntura? Substitui-se assim, a análise de conjuntura por meia dúzia de jargões e se tem o problema, como falsamente resolvido. O resultado é pobre, do ponto de vista analítico e pior, convence muito mal

imageOpinião da CAB diante a atual conjuntura Brasileira Sep 07 CAB 1 comments

O PT buscou sua governabilidade operando uma política de alianças que atraia e dividia setores oligárquicos da direita. Assim, foi empurrado para vala comum dos conchavos, lobbies, propinas, caixa dois, entre tantos esquemas de desvios de verbas públicas e favorecimentos de negócios privados. Na sociedade armou uma política de pacto social que fez chegar mecanismos de governo sobre as duas pontas da estrutura de classes. Fez política de crescimento dos ganhos do sistema financeiro e dos grandes capitais e, ao lado disso, atendeu com programas sociais os mais pobres que estavam desassistidos de políticas públicas. Mas deixou intactas as estruturas de concentração da riqueza e do poder, além de ter destinado boa parte dos orçamentos para o pagamento da dívida pública. Ou seja, os chamados “avanços” tiveram um preço alto para o país, em que a barriga dos poderosos ficou mais cheia ainda.

O resultado da engenharia de poder montada pelo PT, dentro da lógica desenvolvimentista, foi um golpe parlamentar que se criou nas oportunidades que o PT deu a direita oportunista.

Summary on Opinion of Anarchist Brazilian Coordination (CAB)
on actual brazilian conjuncture and the recent coup d'etat

imageO 1° de Maio em meio à crise final do projeto “Democrático-Popular” May 03 CAB 0 comments

Os 14 anos de hegemonia do projeto democrático popular chegam a sua saturação final. Nestes últimos anos a esquerda não governista esteve em meio a uma luta para conformar uma alternativa a esse bloco. Cada setor, cada organização concebeu, a sua maneira, o que seria essa alternativa. Mas no fim, não foi capaz de presenciar alguma proposta que disputasse com o bloco governista nas lutas populares. Isso, por sua vez, não tirou de cena o surgimento de inúmeras experiências que transbordam ensinamentos e avanços difíceis de medir precisamente. Das “greves selvagens” e das revoltas nas obras do PAC, passando pelas jornadas de junho em 2013, a luta por moradia nas grandes cidades e a recente onda de ocupações de escolas por estudantes secundaristas em São Paulo, Goiânia, Rio de Janeiro e Belém mostram que em meio às trevas da ofensiva reacionária, também vai se afirmando uma nova geração de lutadores e lutadoras. Uma geração que não se formou pelas estruturas tradicionais de luta e organização que a esquerda construiu nas últimas décadas, por isso mesmo, uma geração refratária aos métodos e à cultura destas estruturas.

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