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Se há um programa de televisão que considero operar como motor de propaganda da Nova Direita é o Globo News Painel. A edição de sábado, 27 de fevereiro, materializou-se como autêntico "brain storm" do impeachment ou da queda do segundo governo Dilma.
brazil/guyana/suriname/fguiana / economia / opinião / análise Saturday March 05, 2016 02:15 by BrunoL   image 1 image
04 de março de 2016, Bruno Lima Rocha

"A pregação do austericídio dentro e fora do segundo governo Dilma Rousseff, a fala permanente dos coveiros do caos e o ambiente político forçosamente complicado está levando ao governo atual a fazer as piores escolhas, todo o tempo", destaca Bruno Lima Rocha, professor de ciência política e de relações internacionais.

Segundo ele, "estamos diante de um momento crítico, onde as forças populares estão realmente sem uma base sólida por onde arrancar e ainda pendentes do canto da sereia do eleitoralismo - por dentro e por esquerda do governo -; enquanto o governo Dilma em sua segunda edição é uma soma estranha de um grupo de confiança com aspirações próprias dentro do partido - como Miguel Rossetto e Jaques Wagner - além de uma subordinação à base oligárquica do governo, comandada por Renan Calheiros e Sérgio Cabral Filho, ambos à frente do PMDB que se impõe em escala nacional".

Eis o artigo.
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Trotsky tinha uma série de voluntários tanto para sua guarda pessoal como para o trabalho político. Mas ao contrário do que estamos acostumados no anarquismo, o ex-dirigente bolchevique trabalhava em um quarto próprio enquanto sua base em outra sala.
américa do norte / méxico / história do anarquismo / opinião / análise Saturday March 05, 2016 01:18 by BrunoL   image 1 image
04 de março de 2016, Bruno Lima Rocha

Nesta última postagem a respeito do crime histórico e da farsa política no México trago algumas observações do Museu Trotsky, onde estive em fevereiro de 2016 durante viagem absolutamente turística e curta, portanto, sem finalidades militantes, embora nunca se consiga fugir do dever. Nesta casa onde viveu o camarada Lev Bronstein, cujo nome de guerra era León Trotsky. O centro de memória funciona neste local no tradicional bairro Coyoacán, e tem como entidade cobertura o Instituto de Direito de Asilo e segundo me informaram no local, trata-se de uma instituição coordenada pelos familiares descendentes do ex-comandante do Exército Bolchevique. read full story / add a comment
Antes que os leitores e leitoras ainda na base do governo se animem na crítica, digo que esta votação no Senado só saiu vitoriosa pela proposta entreguista porque o Planalto se mobilizou para conseguir fechar algum tipo de acórdão que não ficasse tão mal.
brazil/guyana/suriname/fguiana / economia / opinião / análise Sunday February 28, 2016 23:53 by BrunoL   image 1 image
28 de fevereiro de 2016, Bruno Lima Rocha

Abertura

A retomada do recesso parlamentar no Brasil veio em conjunto das pautas mais ilustrativas dos efeitos danosos do acórdão de classes e pacto conservador cuja marca é o lulismo. Ao mesmo tempo em que o Brasil sofre chantagens através de conhecidos mecanismos internacionais – como a sempre denunciada revista The Economist, por exemplo – e o tenebroso papel das agências de “análise”, o governo de Dilma Rousseff, contra a parede e alvo de investigações político-criminais que por vezes avançam ao arrepio da lei, faz os acordos possíveis para evitar o pior e tentar fazer “as lições de casa”, agora com Nelson Barbosa à frente. Com a agenda política tomada pela ofensiva na Operação Lava Jato – já passando para sua 23ª fase – os recursos políticos do lulismo operam para fidelizar sua base e esta mesma base restante faz pouco ou nada para defender seus próprios interesses.
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Antes que os leitores e leitoras ainda na base do governo se animem na crítica, digo que esta votação no Senado só saiu vitoriosa pela proposta entreguista porque o Planalto se mobilizou para conseguir fechar algum tipo de acórdão que não ficasse tão mal.
brazil/guyana/suriname/fguiana / economia / opinião / análise Sunday February 28, 2016 23:52 by BrunoL   image 1 image
28 de fevereiro de 2016, Bruno Lima Rocha

Abertura

A retomada do recesso parlamentar no Brasil veio em conjunto das pautas mais ilustrativas dos efeitos danosos do acórdão de classes e pacto conservador cuja marca é o lulismo. Ao mesmo tempo em que o Brasil sofre chantagens através de conhecidos mecanismos internacionais – como a sempre denunciada revista The Economist, por exemplo – e o tenebroso papel das agências de “análise”, o governo de Dilma Rousseff, contra a parede e alvo de investigações político-criminais que por vezes avançam ao arrepio da lei, faz os acordos possíveis para evitar o pior e tentar fazer “as lições de casa”, agora com Nelson Barbosa à frente. Com a agenda política tomada pela ofensiva na Operação Lava Jato – já passando para sua 23ª fase – os recursos políticos do lulismo operam para fidelizar sua base e esta mesma base restante faz pouco ou nada para defender seus próprios interesses.
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No Museu Nacional de História não havia uma representação ilustrativa dos militantes anarquistas citados e tampouco o programa do Partido Liberal Mexicano (PLM).
américa do norte / méxico / história do anarquismo / opinião / análise Friday February 26, 2016 09:37 by BrunoL   image 1 image
25 de fevereiro de 2016, Bruno Lima Rocha

Introdução: Para refletir. No excelente Museu Nacional de História do México há uma série de murais representando a Revolução Mexicana com os sindicatos organizados com bandeiras vermelhas e negras além de estandartes do mutualismo. Tem referências soltas a Ricardo Flores Magón e seu irmão Enrique, nada de Praxedes Guerrero e em nenhum momento o termo anarquista ou anarquismo é citado. Nos murais de Diego Rivera e alguns de seus amigos e aliados estalinistas vez por outra incluem uma foice e martelo sendo que o Partido Comunista Mexicano (PCM) foi criado após a Revolução. A curadoria do Museu e do INAH – Instituto Nacional de Antropologia e História, o órgão gestor – foi cúmplice da mentira da historiografia marxista e seus aliados priistas. Nesta curta série de três textos tem para todo mundo. Logo, não se empolguem amigos e amigas da 4a Internacional. Na casa museu de Trotsky, também sobra inverdade e omissão histórica. read full story / add a comment
O fato é que o pacto de classes do lulismo está se quebrando e temos espaços escancarados à esquerda do PT para, no mínimo, aumentar o poder de pressão sobre os ataques constantes contra o direito adquirido pelas maiorias.
brazil/guyana/suriname/fguiana / economia / opinião / análise Thursday February 25, 2016 11:07 by BrunoL   image 1 image
Introdução

O ano de 2016 traz uma marca do segundo governo de Dilma, agora tentando de fato governar. Vai transitar pela dualidade. Agradará parcialmente a própria base que salvara nas ruas sua pouca legitimidade e, ao mesmo tempo, fará o possível para assegurar a Federação Brasileira dos Bancos (Febraban) como a corporação empresarial de sustentação do lulismo em fase declinante. Vejamos alguns exemplos. read full story / add a comment
La publicación inglesa The Economist, en su primera edición del año (de 2 a 8 de enero de 2016) puso a la presidente Dilma Rousseff en la tapa, bajo el título Brazil’s Fall. Inmediatamente después de esta divulgación, hubo enorme repercusión en las redes.
internacional / economía / opinión / análisis Thursday February 25, 2016 10:12 by BrunoL   image 1 image
Introducción

La publicación inglesa The Economist, trae en sus tapas una plantilla de operación, para crear mediáticamente presiones internacionales y ayudar a derrumbar políticas económicas. Sus portadas operan como un mecanismo de chantaje, orquestado por el hilo fuerte en el marco del capital financiero transnacional, operando a partir del eje Nueva York (NYC)-Londres.
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Quem amarra os fragmentos do povo e das classes subalternas é justamente a capacidade de comunicar e aglutinar, estando de portas abertas as mídias massivas sob o controle popular.
brazil/guyana/suriname/fguiana / community struggles / opinião / análise Saturday January 23, 2016 10:33 by BrunoL   image 1 image
22 de janeiro de 2016, Bruno Lima Rocha

O debate comunicacional é um problema permanente e passa por um período crítico na América Latina. Crítico porque de forma correta os donos de meios são caracterizados como bastião ideológico tanto da direita como dos capitais transnacionais. Para comprovar a tese, basta observar o papel da SIP (Sociedade Interamericana de Impresa), do GDA (Grupo Diários América) e ver a atuação dos maiores conglomerados de comunicação social e entretenimento midiático em cada um de nossos países.
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A defesa dos territórios também inclui a capacidade produtiva onde, supostamente, seria viável desenvolver em pequena escala outros modos de produção desde que aliados com uma ampla luta reivindicativa.
brazil/guyana/suriname/fguiana / economia / opinião / análise Friday January 22, 2016 08:57 by BrunoL   image 1 image
20 de janeiro de 2016, Bruno Lima Rocha

Escrevendo de modo mais solto, vou aportar alguns conceitos e categorias por aqui e na sequência, vamos formatando nesta série iniciada de artigos para aumento da difusão. Estamos em período de Fórum Social Mundial – Fórum Social Temático – e o presumido – suposto – contraponto do Fórum Econômico Mundial de Davos. Logo, as energias apontadas para este tipo de evento se desgastam junto do equivocado entusiasmo – já em fase de franco declínio – com governos de turno, cabendo debater a ideia de longo prazo.
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Nesta altura do momento político, restam poucas alternativas para quem ainda se posiciona à esquerda do partido de governo e de seus aliados stalinistas e trabalhistas.
brazil/guyana/suriname/fguiana / economia / opinião / análise Thursday January 21, 2016 06:56 by BrunoL   image 1 image
19 de janeiro de 2016, Bruno Lima Rocha

Tem horas que mesmo para pessoas experientes – ou pretensamente com experiência política como este analista aqui escrevendo – o cinismo político surpreende. Dizem na Espanha, e entendo ser o dito válido aqui também, é que há uma diferença fundamental entre o Partido Progressistas (PP, a direita política pós-franquista) e o Partido Socialista Operário Espanhol (PSOE) no que tange a ações repressivas e medidas anti-populares. O primeiro, bate e retira direitos sorrindo, com júbilo de prazer recordando o período do generalíssimo Francisco Franco. Já o segundo, de um dos ídolos de Fernando Henrique Cardoso (FHC), o ex-premiê Felipe González, bate e arrebenta assim como retira direitos e pactua com o demônio na forma de capital industrial ou financeiro, mas na frente das câmaras derrama “lágrimas de crocodilo”. No Brasil do lulismo, o PSOE daqui é o Partido dos “Trabalhadores” (PT). O exemplo que trago abaixo, já deveras repercutido em redes sociais da província, materializa a analogia.
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América Latina ha estado sufriendo, un nuevo giro a la derecha, dirigida por súbditos del Pos-Consenso de Washington, e ideológicamente, hacia el eje financiero entre Nueva York y Londres.
internacional / economía / opinión / análisis Tuesday January 19, 2016 08:45 by BrunoL   image 1 image
18 de enero 2016, Bruno Lima Rocha

Somos un continente o en parte dominado, por una herencia sangrienta colonial, a través de las familias europeas, criollismo de vice-reinados, cuyo ejemplo más radical es Brasil, donde los restos de esta elite, tiene poca o ninguna identificación con nuestra gente, porque la opción permanente es el Eurocentrismo y específicamente el anglo- Sajón del mundo contemporáneo.
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“Aliás tem a orientação de bater muito, mas evitar sangue, braço quebrado, coisa que a mídia possa escandalizar. Claro que é duro calibrar isso numa tropa com sangue nos olhos. Também tem a orientação de “respeitar” apenas jornalistas da grande mídia".
brazil/guyana/suriname/fguiana / community struggles / opinião / análise Monday January 18, 2016 07:26 by BrunoL   image 1 image
17 de janeiro de 2016, Bruno Lima Rocha

Na metade de janeiro de 2016 tive uma conversa através de rede social – no privado – com um amigo de longa data, morador do estado de São Paulo, e profundo conhecedor da política local. Este conhecimento inclui importantes municípios como Santos, Campinas, Guarulhos, a região do ABCD, assim como do poder municipal em São Paulo capital, e óbvio, o Palácio dos Bandeirantes. Além de acadêmico, este militante com muita experiência notou o avanço da repressão policial contra as marchas organizadas pelo Movimento Passe Livre (MPL) e entidades aliadas. As palavras a seguir são de fonte segura, e podem ser lidas como uma suposição – já que não tenho a prova material – ou como uma hipótese bastante provável, que é como eu as encaro. Eis a fala deste amigo: read full story / add a comment
Até o final da Guerra Fria era mais “fácil”, ainda havia abundante ilusão e fantasia autoritária, como a tese absurda de partido único e formação de vanguardas políticas.
internacional / a esquerda / opinião / análise Saturday January 16, 2016 10:29 by BrunoL   image 1 image
14 de janeiro de 2016, Bruno Lima Rocha

Como construir um partido político de esquerda sem projeto político? Como falar em socialismo sem uma projeção de sociedade? Como caracterizar uma etapa se não há objetivo finalista, sem uma via estratégica, sem a dimensão tática correspondente? O maximalismo só atende ao nível da filosofia política, mas fazer política de forma séria, consequente e por esquerda prevê um – ou alguns – projetos de acumulação de forças que vão se encontrar ou desencontrar ao longo da via. Desde que o muro caiu a maior parte da esquerda restante, da ex-esquerda, no caso da América Latina do campo classista e nacional-popular, perdera esta dimensão de metas de médio e longo prazo na política e acabam jogando o jogo do liberalismo, mesmo que por tabela.
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Os fatores de “queda” do segundo mandato Dilma para a revista são justamente o que é relativamente destacável.
brazil/guyana/suriname/fguiana / economia / opinião / análise Friday January 15, 2016 09:01 by BrunoL   image 1 image
14 de janeiro de 2016, Bruno Lima Rocha

Introdução

A publicação inglesa The Economist traz em suas capas um modelo de operação de pressões internacionais e ajudam a derrubar políticas econômicas. Suas capas operam como chantagem orquestrada pelo elo forte do capital financeiro transnacional operando a partir do eixo NYC-Londres. Entendo que – de fato e de uma vez por todas – essa bandidagem de Armani e Dior tem de ser desmascarada e perder seu poder de influência em nossos países (da América Latina). O problema é de fundo e já vem sendo por demais debatido nas várias gerações das ciências humanas e sociais do Brasil e dos países hermanos. read full story / add a comment
La salida de Joaquim Levy es la oportunidad para Dilma salvar su gobierno, delante del llamado austericidio, que estaba minando la baja legitimidad, dentro de sus propios electores.
brazil/guyana/suriname/fguiana / economía / opinión / análisis Tuesday January 12, 2016 10:29 by BrunoL   image 1 image
10 de enero 2016, Bruno Lima Rocha

El viernes 18 de diciembre, concluyo una de las más tensas semanas, de la historia reciente de Brasil, terminó con la salida del ministro de la Hacienda (de Economía), Joaquim Levy. En su lugar asumió lo hasta entonces ministro de la Planificación, Nelson Barbosa. Podemos apostar que a pesar de ese cambio de ministros, aunque el ex-titular del ministerio de la Planificación venga de otra escuela de pensamiento económico (sería “desarrollista” o casi), seguiremos gobernados por el sistema financiero, al menos con algún discurso disonante. read full story / add a comment
A história dos povos neste contexto fica subordinada ao arranjo temporário entre elites dirigentes e classes dominantes a partir de suas respectivas posições em Estados pivô geopolíticos e Agentes Geoestratégicos.
internacional / imperialismo / guerra / opinião / análise Monday January 11, 2016 09:06 by BrunoL   image 1 image
09 de janeiro de 2016, Bruno Lima Rocha

Introdução – Nesta nova série, inicio um conjunto de textos de difusão que visam ganhar a densidade até se tornarem um ensaio posterior. A meta não é necessariamente polemizar de fora para dentro da academia, e sim servir como apoio da frente teórica dentro da corrente para os debates, proposições e perspectivas em termos de política internacional, economia política internacional e relações internacionais. Muitas vezes, diante da impossibilidade teórica, há impossibilidade estratégica, logo, nada se realiza e quase tudo se copia ou mimetiza. A razão desta nova série é aportar uma contribuição para diminuir esta lacuna. read full story / add a comment
Sardenberg afirma que (FHC e González) “efetivamente mudaram seu modo de ver a economia. Convenceram-se da superioridade prática do capitalismo e da iniciativa privada para construir riqueza”.
brazil/guyana/suriname/fguiana / economia / opinião / análise Thursday January 07, 2016 09:29 by BrunoL   image 1 image
06 de janeiro de 2016, Bruno Lima Rocha

Neste texto, dou sequência ao artigo de opinião escrito por Carlos Alberto Sardenberg e publicado na página 14 de O Globo (24/12/2015) com o título “Uma esquerda neoliberal?”. No artigo, o experiente comunicador, especializado na área de economia e defensor explícito dos paradigmas do neoliberalismo (que o próprio afirma ser liberalismo político e econômico), também compara a política econômica de Lula (e por consequência a de sua sucessora, Dilma) ao “acerto” da posição assumida pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e sua inspiração, o ex-primeiro ministro da Espanha, Felipe González. No primeiro texto fiz a crítica às confusões conceituais de Sardenberg, incluindo a falsa comparação das posições à esquerda na política com simples estatismo e aumento do gasto público. O mesmo se dá na equivalência entre “desenvolvimento” (daí o termo desenvolvimentista) e crescimento econômico. Neste que segue, desmonto os argumentos favoráveis a Felipe González como grande artífice do período conhecido na Espanha como “la fiesta”. read full story / add a comment
A sanha dos sonegadores e do tal do mercado é tamanha que o pato da FIESP – figurinha carimbada nos atos da UDN de 13 de dezembro – defende a diminuição da carga tributária e nada fala de quanto se sonega.
brazil/guyana/suriname/fguiana / economia / opinião / análise Wednesday January 06, 2016 10:42 by BrunoL   image 1 image
05 de janeiro de 2016, Bruno Lima Rocha

"Mesmo sem pressão social intensa, a saída de Joaquim Levy é a oportunidade para Dilma salvar seu governo diante do austericídio que estava corroendo a baixa legitimidade diante de seu próprio eleitorado. Eu sinceramente entendo que não há inflexão para o desenvolvimento que resista ao espólio rentista. O problema é que a mobilização para frear o impeachment – já parcialmente vitoriosa diante do resultado positivo no tapetão do STF - não vai andar junto de um programa reivindicativo aguerrido. Pode ser que o co-governo ganhe fôlego com os capitais operando no Brasil e amanse a fúria golpista da Fiesp", escreve Bruno Lima Rocha, professor de ciência política e de relações internacionais.

Segundo ele, "a saída para a política econômica recessiva é o poder de pressão da maioria traduzido em política direta e ações com poder de veto diante do desgoverno feito por arrependidos para adular o andar de cima que não os querem como elite dirigente".

Eis o artigo. read full story / add a comment
Como era de se esperar, Sardenberg compara Lula e Dilma a Fernando Henrique Cardoso (FHC) e aquele que seria sua grande inspiração, o ex-primeiro ministro espanhol, Felipe González.
brazil/guyana/suriname/fguiana / economia / opinião / análise Wednesday January 06, 2016 08:50 by BrunoL   image 1 image
05 de janeiro de 2016, por Bruno Lima Rocha

Em plena véspera de Natal de 2015 (24/12/2015), o jornalista de economia das Organizações Globo, Carlos Alberto Sardenberg publicou um artigo de opinião na página 14 do jornal O Globo com o título “Uma esquerda neoliberal?”. No texto, o experiente comunicador, especializado na área de economia e defensor explícito dos paradigmas do neoliberalismo, afirma uma teoria de tipo conspiratória, onde acusa o pacto do Lulismo, e em especial o governo de Dilma Rousseff, no primeiro ano de seu segundo mandato, de haver indicado o hoje ex-ministro da Fazenda Joaquim Levy para não fazer nada e apenas dar alguma satisfação “ao mercado”. O texto de quatro colunas necessitaria de ao menos o triplo de palavras para dissecar as confusões geradas quando este tipo de difusão vulgar da economia e da política atinge a massa de leitores e receptores que hoje acompanham a crise brasileira. read full story / add a comment
A única possibilidade de avançarmos para uma segunda independência é conquistar mais espaços de participação política e a ampliação de experimentalismos institucionais.
internacional / a esquerda / opinião / análise Thursday December 24, 2015 07:54 by BrunoL   image 1 image
21 de dezembro, Bruno Lima Rocha

Nos últimos seis meses, a América Latina vem sofrendo com uma nova guinada à direita, orientada para os desígnios do pós-Consenso de Washington e, ideologicamente, voltada para o eixo de domínio financeiro entre Nova York e Londres. O eterno contraponto em nosso continente se dá em dois contrapontos visíveis, sendo que neste texto faço o aporte de um terceiro, com identidade coletiva e as opções daí derivadas.

Eis o artigo.
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George Floyd: one death too many in the “land of the free”
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