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Αυστραλιανή Εργατική - Κοινωνική Ιστορία Νο 2 read full story / add a comment
Μια συνοπτική ιστορία των βίαιων συγκρούσεων ανάμεσα στους ναύτες του Σίδνεϊ και την αστυνομία μετά την απόπειρα των αστυνομικών να συλλάβουν έναν άνδρα που ήταν ντυμένος σαν γυναίκα. read full story / add a comment
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indonésia / filipinas / austrália / movimento anarquista / opinião / análise Saturday June 20, 2009 03:47 by Rob Sparrow   image 1 image
O texto agora publicado foi traduzido alguns anos atrás e aguardava para ser lançado em livro, mas, pelas mudanças de nossas prioridades editoriais, decidimos divulgá-lo na internet.

“Política Anarquista e Ação Direta” parece ter como pano de fundo as discussões internas ao universo anarquista, particularmente aquelas que buscam distinguir um anarquismo social, voltado para a transformação revolucionária, de um anarquismo individualista, principista e purista que, em nome de dogmas e compreensões quase que religiosas da ideologia, restringe-se à inação.

É neste contexto que ele coloca a necessidade de o anarquismo trabalhar com as reivindicações de curto prazo, que são as que trazem ganhos para o povo aqui e agora e possuem a capacidade de mobilizar e trazer para a luta setores até então adormecidos. Neste contexto entram as lutas pontuais e a eventual pressão em relação ao Estado para a conquista de reformas que beneficiem o conjunto das classes exploradas. Esta discussão é particularmente importante, pois infelizmente há um setor idealista e utópico (no pior sentido das palavras) que prega a revolução social como um objetivo de longo prazo, mas nada propõe para que se caminhe em direção a ela, já que neste caminhar muitas ações envolvem reformas, conquistas de curto prazo que apesar de não serem o fim que queremos alcançar, constituem um meio de luta e propaganda, muitas vezes obrigando o Estado e os patrões a cederem, trazendo hoje melhorias concretas nas condições de vida da população. Distante da luta de curto prazo, o anarquismo passa de uma ideologia com prática política para uma retórica de futuro sem conteúdo prático no presente, perdendo todo seu potencial transformador.

São poucas as pessoas que se mobilizarão em torno da proposta de uma sociedade melhor em 50 ou 100 anos. É por isso que as questões de curto prazo são tão importantes, já que são elas que possuem a capacidade de mobilizar as pessoas que querem um horizonte de luta e de conquista para já. A mobilização pode visar conquistas em relação a diversos inimigos como uma empresa – no caso de uma organização de trabalhadores que reivindica melhores salários, por exemplo – ou o Estado – no caso de uma organização comunitária que reivindica a melhoria de um hospital local, por exemplo. Isso pode incluir diversas reivindicações que, muito ao invés de estabelecer o capital ou o Estado como interlocutores e colaboradores, buscam agregar as pessoas na luta contra estes inimigos de classe. Ainda que o capital ou o Estado cedam, isso não mostra a colaboração do povo com os inimigos de classe, mas uma vitória do povo sobre eles. Além disso, estando organizadas, a tendência é que as pessoas sejam expostas ao conteúdo pedagógico das lutas e que isso aumente seu nível de consciência, permitindo a construção de uma luta de longo prazo. É isso o que sempre foi defendido pelo anarquismo clássico.

É neste mesmo contexto que o autor discute os meios e fins tentando trazer uma reflexão estratégica acerca do caminho a seguir e dos objetivos pretendidos. O que ele tenta mostrar é que o principismo e o purismo daquele anarquismo “que não se mistura com os outros” não permitem a construção de uma tática (um caminho) que aponte para um objetivo estratégico (neste caso, a revolução social). Além disso, o artigo também tenta trazer esta reflexão estratégica às pessoas que acreditam que não há necessidade de ações que sejam coordenadas e organizadas entre si. Sabemos que para terem efeito, as ações devem ser bem refletidas e estarem dentro de um contexto mais amplo de planejamento e organização.

O texto contribui também ao conceituar a ação direta e relacioná-la com uma retomada de poder pelas próprias pessoas que dela participam, o que a liga com o que alguns chamam de construção do poder popular. Neste sentido, parece-nos que a concepção do autor acerca do poder esteja correta, não o considerando o domínio, mas um espaço político de disputa entre forças sociais distintas. Neste caso, a prática da ação direta popular daria ao povo o poder que dele vem sendo usurpado pela classe dominante desde sempre. Contribui ainda ao criar uma distinção entre a ação direta e as “ações simbólicas” e “ações morais”. Ao final contribui com reflexões relevantes sobre a relação entre militantes com a polícia e com a mídia.

Finalmente, podemos apontar um comentário crítico. Como muito se vem fazendo dentro do universo anarquista, aqui o conceito de ação direta também se confunde com os níveis de organização daquilo que chamamos nível político e ideológico (do anarquismo) e nível social (das organizações populares, movimentos sociais, sindicatos, etc.). Vemos a ação direta como um conceito anarquista, mas que não se restringe às práticas anarquistas, já que entendemos que as mobilizações populares devem se dar sem se restringir à participação de militantes de uma ou outra ideologia específica. Portanto, vemos a ação direta como uma posição a ser defendida pelos anarquistas no seio dos movimentos populares, muito mais do que uma posição das “mobilizações de anarquistas”; ou seja, para nós a ação direta é um conceito que pertence mais ao nível social do que ao nível político-ideológico. Para nós, o anarquismo não tem função de “movimento de massa”, mas de ideologia que inspira a atuação de uma minoria ativa que, dentro destes movimentos, defende posições determinadas, dentre elas a da prática da ação direta. Sabemos que os anarquistas não farão a revolução sozinhos e que será necessário um movimento amplo e de maiorias, que agregue as classes que mais sentem a exploração e a dominação da sociedade presente. No entanto, não é qualquer movimento que será capaz de promover a transformação social que pretendemos. Na busca da construção de um movimento revolucionário, pensamos que a ação direta tem muito a contribuir, já que coloca o povo como sujeito de sua própria emancipação.

Uma discussão séria e ampla sobre a ação direta é muito importante hoje, tanto para organizarmos movimentos com bandeiras de reivindicações de curto prazo, quanto para criarmos projetos de longo prazo. É neste aspecto que se dá a relevância deste texto de Rob Sparrow.


Felipe Corrêa e Victor Calejon (editores, Faísca Publicações Libertárias)
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Η Κομμούνα της Σαγκάης οργανώθηκε από Κινέζους αναρχικούς πριν έρθει στην εξουσία ο Μάο Τσε Τουνγκ, ενώ οι Κορεάτες αναρχικοί συγκρότησαν μια συνεργατικές κομμούνες σε μερικά μέρη της Μαντζουρίας ως αντίδραση στην ιαπωνική κατοχή. Οι Ιάπωνες αναρχικοί ήταν ανάμεσα στους συνεργάτες αυτών των επιτυχών κινημάτων των εργατών και αγροτών στην Κορέα. read full story / add a comment
Σήμερα, στην Πρωτομαγιά, αφιερωνόμαστε σ’ αυτή την επανάσταση και στη δημιουργία του ελευθεριάζον κομμουνισμού, μια α-κρατική κοινωνία όπου ο καθένας συνεισφέρει σύμφωνα με τις ικανότητές του και λαμβάνει σύμφωνα με τις ανάγκες του. read full story / add a comment
Today, on May Day, we dedicate ourselves to this revolution, and the establishment of libertarian communism, a State-less society where each contributes according to their ability and receives according to their need. read full story / add a comment
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Για να εξαλείψουμε τον πόλεμο και τον μιλιταρισμό για πάντα πρέπει να καταργήσουμε όλους τους στρατούς με μια εργατική επανάσταση που θα καταργήσει το Κράτος και τον καπιταλισμό σε όλο τον κόσμο και θα εγκαθιδρύσει τον ελευθεριακό κομμουνισμό. Δεν θα χρειαστεί τίποτε άλλο – αλλά δεν χρειαζόμαστε τίποτε άλλο επίσης. read full story / add a comment
Το να απεργήσεις για οικολογική προστασία, πάντως, προϋποθέτει ότι οι εργάτες θα αναπτύξουν μια ανάλογη συνείδηση και δυναμική. Αυτό σημαίνει ότι πρέπει οι εργάτες να οργανωθούν ενάντια στο πλαστό δίλημμα εργασία ή περιβάλλον. Και για να επιτευχθεί αυτό, πρέπει να κινητοποιηθούν πρώτα-πρώτα οι συνδικαλισμένοι εργάτες. read full story / add a comment
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indonesia / philippines / australia / imperialism / war / press release Saturday April 25, 2009 19:39 by Melbourne Anarchist Communist Group   image 1 image
Leaflet distributed today during the antimilitarist action on the occasion of the ANZAC Day, outside of the then (1915) Melbourne IWW headquarters, in corner of Little Burke and Russell Streets in central Melbourne. read full story / add a comment
indonesia / philippines / australia / imperialism / war / press release Tuesday April 21, 2009 20:32 by Dmitri (MACG)
ANZAC Day Action 10:30 a.m. Sat 25 April read full story / add a comment
indonesia / philippines / australia / education / news report Saturday February 28, 2009 17:27 by Dmitri (MACG - personal capacity)   text 1 comment (last - monday march 02, 2009 05:03)
The strike is a last resort because the University management has refused to negotiate with the staff union. read full story / add a comment
indonesia / philippines / australia / gender / press release Friday February 27, 2009 18:23 by Ablokeimet (MACG)
A MACG announcement read full story / add a comment
indonesia / philippines / australia / workplace struggles / news report Thursday February 26, 2009 17:55 by "Los solidarios"
On Friday (20-02-2009) 208 workers were sacked at Drivetrain Systems in Lavington. 130 workers only have jobs for another eight weeks... as management proceeds to strip the factory of an estimated $17 million in assets. read full story / add a comment
indonesia / philippines / australia / workplace struggles / news report Friday December 05, 2008 18:07 by Ablokeimet (MACG)
If we're to win this struggle, it can only be through mass non co-operation, backed up by strikes if necessary, and by not holding back for the benefit of the Labor Party. It remains to be seen if the officials have the commitment they were putting on display this week. read full story / add a comment
indonesia / philippines / australia / workplace struggles / press release Thursday November 27, 2008 04:47 by MACG   text 1 comment (last - friday november 28, 2008 17:33)
The Director of Public Persecutions has dropped the charges against Noel Washinton, the CFMEU Organiser who refused to attend an interview with the ABCC. As a result, the protest rally has been cancelled, but another rally has been called to celebrate the victory. read full story / add a comment
indonesia / filipinas / australia / workplace struggles / comunicado de prensa Tuesday November 25, 2008 01:32 by MACG
Noel Washington, militante sindical del ramo de la construcción, se enfrenta a una petición de 6 meses de cárcel por negarse a ser interrogado por la Australian Building & Construction Commission (Comisión Australiana de la Construcción y Edificación, ABCC). [English] read full story / add a comment
indonesia / philippines / australia / workplace struggles / press release Monday November 24, 2008 17:46 by MACG
Demonstrate: 9:00 a.m. Tuesday 2 December Victorian Trades Hall Cnr Victoria St & Lygon St Carlton , Melbourne, Australia. [Castellano] read full story / add a comment
Δημοσιεύτηκε στο τεύχος 15, Δεκέμβρης 2000, του περιοδικού «Δρόμοι Πολιτικής και Κοινωνικής Κριτικής». read full story / add a comment
Ινδονησία / Φιλιππίνες / Αυστραλία / Αγώνες Ιθαγενών / Γνώμη / Ανάλυση Wednesday July 23, 2008 10:31 by Β. Χ. Κ.   text 1 comment (last - wednesday july 23, 2008 10:34)
Κείμενο που δημοσιεύτηκε στο τεύχος 15 - Δεκέμβρης 2000 - του περιοδικού «Δρόμοι Πολιτικής και Κοινωνικής Κριτικής». read full story / add a comment
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