user preferences

Upcoming Events

No upcoming events.
brazil/guyana/suriname/fguiana / miscellaneous / opinião / análise Saturday March 23, 2019 22:48 byCoordenação Anarquista Brasileira

No dia 20 de fevereiro de 2019, após meses de especulação do mercado financeiro, chantagem dos grandes empresários e publicidade pesada da mídia corporativista, o governo Bolsonaro entregou na Câmara dos Deputados a tão cobiçada Reforma da Previdência. Finalmente a classe trabalhadora brasileira conheceu qual será o tamanho do ataque que vem pela frente através da caneta dos de cima.

Como já era previsível, o projeto de Paulo Guedes é ainda mais duro do que o apresentado por Temer. Essa reforma significa mais retirada de direitos de trabalhadoras e trabalhadores.

CONTRA A REFORMA DA PREVIDÊNCIA, ORGANIZAR A LUTA DESDE A BASE COM AÇÃO DIRETA POPULAR E SOLIDARIEDADE DE CLASSE!

Coordenação Anarquista Brasileira

No dia 20 de fevereiro de 2019, após meses de especulação do mercado financeiro, chantagem dos grandes empresários e publicidade pesada da mídia corporativista, o governo Bolsonaro entregou na Câmara dos Deputados a tão cobiçada Reforma da Previdência. Finalmente a classe trabalhadora brasileira conheceu qual será o tamanho do ataque que vem pela frente através da caneta dos de cima. Como já era previsível, o projeto de Paulo Guedes é ainda mais duro do que o apresentado por Temer. Essa reforma significa mais retirada de direitos de trabalhadoras e trabalhadores.

Dentre os pontos mais críticos da proposta do governo Bolsonaro, está o aumento da idade para a aposentadoria. Para ter acesso ao benefício, as idades mínimas passarão a ser de 65 anos para os homens e 62 para mulheres. O tempo mínimo de contribuição também aumentará de 15 para 20 anos, e para receber o valor integral da aposentadoria, o trabalhador terá que contribuir por 40 anos! Um tempo escravizante para a realidade do emprego no Brasil. Aliada à Reforma Trabalhista e seu decorrente aumento do trabalho informal, intermitente, pejotização etc, a Reforma da Previdência irá significar que contribuiremos a vida inteira e não receberemos nada dessa contribuição. Calcula-se que o(a) brasileiro(a) levaria 53 anos a partir da entrada no mercado de trabalho para poder se aposentar com 100% do valor do benefício, praticamente a destruição da Previdência pública.

O acesso à aposentadoria pelas mulheres será ainda mais difícil. A combinação entre a idade e o tempo de contribuição ficou mais dura. A estrutura machista da sociedade faz com que o tempo de contribuição seja mais curto, já que o desemprego é maior e muitas mulheres com filhos(as) sequer são contratadas em algumas empresas. E como os salários das mulheres são mais baixos em relação ao dos homens – ainda menores para as mulheres negras – o valor final da aposentadoria também vai ser menor.

Outro ponto é o “gatilho automático”, que determina que sempre que aumentar o índice estipulado pelo governo para medir a expectativa de vida, automaticamente aumenta o tempo para a aposentadoria. Bolsonaro e as classes dominantes querem impor aos trabalhadores o pagamento da “crise” para a manutenção de seus lucros e de seu poder, em mais uma medida que amplia o avanço nefasto do Estado Policial de Ajuste, oprimindo, explorando e precarizando ainda mais a vida do trabalhador.

QUAL O PANO DE FUNDO DESSA REFORMA? QUEM GANHA SÃO OS BANCOS!

O governo diz que essa reforma é necessária para o país crescer e reduzir os déficits das contas públicas. Conversa fiada! Essa reforma beneficia somente os bancos e grandes empresários. Ela significa na realidade menos direitos e mais miséria para as trabalhadoras e trabalhadores brasileiros.

Além de ferir de morte a aposentadoria pública, a proposta abre caminho para o mercado financeiro. Com uma aposentadoria mais difícil de ser acessada e com valores mais baixos do benefício, deve crescer o mercado da previdência privada. Cumprindo assim a agenda neoliberal que, para garantir mais lucros aos bancos, prega a redução dos gastos sociais do Estado. Receituário que impôs enormes retrocessos, como a Reforma Trabalhista, a terceirização irrestrita e a Emenda Constitucional 95 — que congela por 20 anos os investimentos públicos. A Reforma da Previdência, que Temer não conseguiu aprovar, é o que faltava nesse pacote de ataques do capital financeiro.

Se é boa para os bancos, ela é péssima para o trabalhador! Paulo Guedes e Bolsonaro pretendem criar para a Previdência um regime de capitalização privatizado, em que cada trabalhador recolhe para a própria aposentadoria a exemplo do que foi implantado na sangrenta ditadura militar de Pinochet, no Chile. Sob a doutrina da Escola de Chigago (seguida por Guedes), o país latinoamericano entregou a gestão das aposentadorias para entidades privadas. O resultado foi péssimo para o povo: mais de 90% dos beneficiados recebem pouco mais da metade do salário mínimo chileno. Às bordas da miséria, a taxa de suicídio de idosos tem crescido a cada ano: entre 2010 e 2015, 936 chilenos com mais de 70 anos tiraram suas próprias vidas. Desastre para trabalhadoras e trabalhadores, lucro para empresários. As Administradoras dos Fundos de Pensão, formada por multinacionais (inclusive o banco BTG Pactual, fundado por Paulo Guedes), ano a ano fecham suas contas com enormes taxas de lucros. Em 2018, elas somaram mais de 450 milhões de dólares em lucros, o equivalente a mais de R$ 1,7 bilhão. Importante lembrar que, nesse modelo, os empregadores e o governo não fazem contribuições. Nos últimos anos, a população vem pressionando para que o país volte a adotar o sistema solidário, que é o modelo brasileiro atual.

O TRABALHADOR NÃO VAI PAGAR ESSA CONTA!

Os empresários e governos argumentam que a Reforma da Previdência é urgente por conta de um déficit, cujos cálculos utilizados são no mínimo questionáveis. Por exemplo, quando falam em déficit não mencionam o desvio dos recursos da Previdência e da Seguridade Social feitos por todos os governos, através sobretudo da chamada DRU (Desvinculação das Receitas da União). Esse mecanismo permite ao governo tirar recursos da Seguridade Social (formada por Previdência, Saúde e Assistência Social) para usar em outras áreas que achar necessário. Desde Temer, o percentual permitido passou de 20% para 30%. Claramente uma forma de retirar verbas dos direitos sociais para pagar os juros da dívida pública. Além do calote de grandes empresas, que não pagam o que devem à Previdência. São quase R$ 500 bilhões de dívidas de empresas com o INSS. Não somos nós que devemos pagar essa conta!

Mesmo a inclusão na reforma de setores como os militares, políticos e a alta burocracia do funcionalismo público não justifica a proposta, já que quem tem salários maiores tem condições de poupar para a aposentadoria. Essa manobra não passa de um disfarce para tentar ganhar apoio do povo, mas o fato é que a aposentadoria dos mais pobres vai ser ainda mais precária.

CONSEQUÊNCIAS DA REFORMA

Caso seja aprovada, essa reforma vai gerar ainda mais pobreza e jogar na miséria grandes contingentes da população mais pobre. Com o desmonte do SUS e de outros serviços públicos como a Educação, vai crescer o trabalho informal e o desemprego, além de dificuldades dos mais jovens para entrar no mercado de trabalho. A criação da carteira verde e amarela, que prevê menos direitos trabalhistas, é outra punhalada na Previdência, o que somado com os outros fatores, vai quebrar de vez o sistema.

O pacote traz ainda mais maldades, como o pagamento de um salário mínimo a idosos pobres somente a partir dos 70 anos, redução de até 40% no benefício de quem ficar incapacitado, e o fim da multa de 40% do FGTS para aposentados que estejam trabalhando, e sejam demitidos. Professoras(es) e trabalhadoras(es) rurais terão que trabalhar ainda mais, sendo essas algumas das consequências dessa proposta nefasta que começa a ser discutida no Congresso.

ORGANIZAR A LUTA DESDE A BASE!

Enfraquecidas economicamente e há muito tempo acostumadas com reuniões de gabinete, as grandes centrais sindicais ainda apostam nas negociações no Congresso e na desarticulação do governo com as bancadas na Câmara. Ainda estão distantes de começarem a construção de uma dia nacional de paralisação.

Agonizando, o sindicalismo tradicional burocratizado é incapaz de mobilizar trabalhadoras e trabalhadores e acaba por repetir as mesmas fórmulas e repertórios de ação, com dirigentes discursando em cima de carros de som, o que tem sido incapaz de construir uma luta popular de resistência contra os ataques dos governos e patrões.

É necessário criar uma forte campanha de luta contra a Reforma da Previdência, com um repertório de ações que vá além dos discursos das centrais. A história mostra que nossos direitos foram conquistados a defendidos pela luta popular, nas ruas. Por isso, não dá para entregar a defesa de nossas aposentadorias às mãos dos políticos e seus conchavos. Não será o jogo de negociações no Congresso que vai barrar essa proposta. É a luta cotidiana nas ruas, nos locais de trabalho, de moradia e de estudo, com vistas à radicalização em uma Greve Geral, que vai mostrar a nossa força e sepultar a Reforma da Previdência.

DEFENDER NAS RUAS A NOSSA APOSENTADORIA!
DESDE A BASE, COM LUTA POPULAR E SOLIDARIEDADE DE CLASSE!
CONTRA A REFORMA DA PREVIDÊNCIA, CONSTRUIR UMA GREVE GERAL DE BASE!

argentina/uruguay/paraguay / antifascismo / comunicado de prensa Saturday March 23, 2019 22:28 byFederación Anarquista de Rosario

Son 43 años de aquel funesto golpe que dejó como saldo la desaparición de 30.000 compañeros/as, el robo de bebés, torturas y demás atrocidades, y que impactó fuertemente en el tejido social dando comienzo a la instauración del modelo neoliberal en el país.
Recuperar la memoria histórica de aquel acontecimiento, a los/las compañeros/as caídos/as, hace a nuestra tarea militante no solo por la reivindicación de nuestro pasado, sino por las disputas y luchas que se están dando en el presente.

Con la memoria de lxs 30000…
¡Enfrentamos la avanzada reaccionaria en la región!

Son 43 años de aquel funesto golpe que dejó como saldo la desaparición de 30.000 compañeros/as, el robo de bebés, torturas y demás atrocidades, y que impactó fuertemente en el tejido social dando comienzo a la instauración del modelo neoliberal en el país.

Recuperar la memoria histórica de aquel acontecimiento, a los/las compañeros/as caídos/as, hace a nuestra tarea militante no solo por la reivindicación de nuestro pasado, sino por las disputas y luchas que se están dando en el presente.

Es claro que estamos ante una avanzada reaccionaria en la región, y que para llevar adelante la misma, el aumento de la represión viene siendo una de las herramientas predilectas de la clase dominante, todo con el auspicio cada vez más protagónico del imperialismo Yanqui.

Una reedición del plan Condor bajo la dinámica de la democracia burguesa, que busca barrer derechos de los y las de abajo conquistados en décadas de luchas sociales, y desestabilizar aquellas zonas que se arrogan un ápice de autonomía frente al proyecto imperial.

No obstante, es parte del aprendizaje de los de arriba que no solo con represión se gobierna a los y las de abajo, es necesario articular elementos ideológicos para darle una sustentabilidad y continuidad al disciplinamiento del cuerpo social.

Es, en este sentido, que la disputa por la memoria histórica, y el reclamo de justicia se vuelven un elemento clave de la resistencia a la ofensiva neoliberal.

Ante semejante ofensiva de los de arriba, la tarea militante no debe caer en inmovilismos, ni alarmismos paralizantes, apuntar a estar mejor organizados/as en los ámbitos sociales, apuntar a la máxima unidad de acción posible y redoblar el compromiso y la responsabilidad en las luchas de nuestro pueblo son los pilares desde donde anclarnos para dar la pelea. Sabiendo que son tiempos difíciles los que se vienen, pero teniendo claro en lo ideológico que la represión es un elemento estructural del sistema de dominación capitalista.

Recordamos a los compañeros/as anarquistas desaparecidos, especialmente aquellos que pertenecieron a RL (Resistencia Libertaria) y a fAu (Federación Anarquista Uruguaya), compañeros/as que en su momento histórico dieron lo mejor de sí para poner al anarquismo al servicio de las luchas sociales y la construcción del Socialismo Libertario. Desde la FAR sabemos que el mejor homenaje es continuar su lucha.

HAY UN PASADO DE LUCHA UN PRESENTE DE LUCHA
Y UN FUTURO DE LUCHA
¡ARRIBA LOS QUE LUCHAN!

Elsa Martinez, Edison Canteros, Fernando Diaz, Helvio Mellino, Hernan Ramirez, Marcelo Tello, Pablo Tello, Rafael Tello, Raul Olivera, Elena Quinteros, Juan Errandonea, Gerardo Gatti, Leon Duarte, Alberto "Pocho" Mechoso,María Emilia Islas, Roger Julien, Victoria Grisonas

PRESENTES!!! AHORA Y SIEMPRE!!!!

O Encontro Latino Americano de Organizações Populares Autônomas (ELAOPA) propõe solidariedade
aos Povos Indígenas Ka'apor da Amazônia Oriental do Noroeste Maranhense do Brasil na luta pela
recuperação e defesa do seu território contra a intensa ação ofensiva de madeireiras extrativistas e
diante da repressão do Estado Policial de Ajuste sobre as lideranças desse povo.

O Povo Ka'apor da Terra Indígena Alto Turiaçu se mantém na defesa de seu território de modo autônomo contra a expansão madeireira, ruralista e do agronegócio e exige respeito nas suas formas próprias de fazer a gestão de sua vida e da floresta. Das suas origens até hoje enfrentam batalhas com não-indígenas e agentes do Estado para a manutenção de seu território preservado e protegido e sofrem com o racismo institucionalizado de órgãos do governo federal e estadual, com o ataque de capangas de madereiras e com a repressão policial, culminando nos últimos três anos com morte, ameaças, intimidações e criminalização de lideranças.

Nos últimos anos o Estado desenvolveu sérios ataques criminalizando suas lideranças no sentido de desqualificar, descredenciar e deslegitimar o Conselho de GestÃo Ka'apor, situação que tende a se intensificar a partir deste ano de 2019 com o projeto político do Governo Bolsonaro de extermínio dos povos indígenas através da não-demarcação do seu território e do sucateamento de modestas políticas públicas presentes em anos passados.

Propomos solidariedade em defesa do Conselho de Gestão Ka'apor à luta pelo bem-viver e pela proteção e soberania do seu território autônomo e pela investigação do assassinato de Eusébio Ka’apor por pessoas ligadas a madeireiros envolvidos com a exploração ilegal de madeira no interior da Terra Indígena Alto Turiaçu. Pedimos a difusão e o compartilhamento desta nota de solidariedade por organizações e por movimentos sociais presentes em seus países e regiões e origem.

PELA DEFESA DO TERRITÓRIO DO POVO KA’APOR!
PELO BEM-VIVER E PELA PROTEÇÃO E SOBERANIA DOS TERRITÓRIOS DOS POVOS INDÍGENAS DA AMÉRICA LATINA!
SE SENTE, SE ESCUTA, AVANTE AS E OS QUE LUTAM!

internacional / movimiento anarquista / comunicado de prensa Saturday March 23, 2019 22:14 byELAOPA

Nosotros y nosotras, de las organizaciones reunidas en los días 2 y 3 de marzo del 2019 en el XIII Encuentro Latino Americano de Organizaciones Populares Autónomas, reafirmamos nuestro compromiso con las luchas de las y los de abajo, con independencia y solidaridad de clase, democracia de base y acción directa popular. Frente una realidad cada vez más dura para los y las oprimidas, de saqueo de derechos, precariedad de nuestra vida, avance conservador, criminalización y exterminio de los pobres, de los negros e indígenas, del feminicídio y de la lgbtttfobia, nos toca el ENFRENTAMIENTO y la RESISTENCIA

[Português]

DECLARACIÓN DEL XIII ELAOPA

2 y 3 de marzo del 2019 – Viamão-RS-Brasil

Nosotros y nosotras, de las organizaciones reunidas en los días 2 y 3 de marzo del 2019 en el XIII Encuentro Latino Americano de Organizaciones Populares Autónomas, reafirmamos nuestro compromiso con las luchas de las y los de abajo, con independencia y solidaridad de clase, democracia de base y acción directa popular. Frente una realidad cada vez más dura para los y las oprimidas, de saqueo de derechos, precariedad de nuestra vida, avance conservador, criminalización y exterminio de los pobres, de los negros e indígenas, del feminicídio y de la lgbtttfobia, nos toca el ENFRENTAMIENTO y la RESISTENCIA.

La precarización es una realidad que afecta no solo el mundo del trabajo, sino las condiciones para una vida digna, nuestros barrios y territorios, nuestras escuelas publicas y universidades, también la salud de nuestra gente. Por eso, es importante fortalecer el trabajo de base en las escuelas, puestos de trabajo y comunidades, con foco en la cultura, educación y economía populares con iniciativas que rompan el corporativismo y construyan comunidad organizada. Con tantos desafíos puestos, buscamos el intercambio de experiencias y debates acerca de temas que cruzan la realidad de lucha y organización de la diversidad que son las clases oprimidas de nuestra América Latina.

Reafirmamos que el sistema opresor es patriarcal, colonialista, racista y capitalista. Hace 500 años fue la invasión europea y el proceso de diáspora africana. En los días actuales son los estados y empresas extractivistas las que amenazan nuestra gente y nuestro planeta. Los pueblos negros y indígenas, pueblos tradicionale, sufren gigantes violencias institucionalizadas y naturalizadas.

Ese sistema opresor es re-configurado y legitimado en la figura del Estado a través del feminicídio de mujeres negras e indígenas, exterminio de pueblos tradicionales, encarcelamiento masivo del pueblo negro, industria de la cárcel, la intensificación del agro-negocio, mineradoras, monocultura y toda forma depredadora de la naturaleza que empobrece nuestros territorios y obliga la migración de nuestras comunidades.

Nuestras tareas son fortalecer y organizar nuestras comunidades, fortalecer las luchas étnico-raciales, recuperar la cultura, espiritualidad y valores de solidaridad, unidad, respeto con nuestros ancestrales y la naturaleza, proponer espacios de encuentro y formación política constante, rompiendo con el pensamiento colonial/eurocentrista, crear redes de protección de defensa de los derechos humanos, denunciar la violencia policial y de la criminalización de la pobreza. Reconocemos el derecho de nuestros pueblos a la autodeterminación, tierra y a la vía libre para desarrollar el buen vivir. La lucha por emancipación humana es una lucha antirracista.

El avance del neo-liberalismo y del conservadurismo fortalece la heteronorma y los roles de género tradicionales e incita la realidad de la violencia del capitalismo, principalmente en contra el pueblo oprimido, LGBTTTQI+, negro y periférico. Esa violencia toma formas distintas conforme las distintas identidades de género y orientaciones sexuales disidentes. Esas personas también son sistemáticamente perjudicadas en el acceso al mundo del trabajo, vivienda y otros derechos. Frente a eso, mucho de los movimientos que organizan los grupos disidentes de género y sexualidad fue cooptado o anda buscando derechos individuales. La perspectiva individualista aliena la lucha de otras identidades en un punto de vista interseccional. Otro asunto es el desmantelamiento y la persecución del debate de género y sexualidad en las escuelas. Así se pone la necesidad de organizar la lucha acerca de una perspectiva de clase y que tome en cuenta la especificidad de las opresiones sufridas.

Por las mujeres hemos tomado las calles, las bases comunitarias, los puestos de laburo, las escuelas como espacios de resistencia. Los temas de derecho a los cuerpos y en contra las violencias permanecen. Sin embargo, debemos evidenciar la presencia masiva de mujeres en luchas en contra reforma previsional y otras luchas que tocan todxs lxs de abajo. Metodologías feministas y de educación popular, tal como la garantía de espacios seguros, el cuidado colectivo de lxs niñxs, la superación de prácticas machistas en las organizaciones, educación sexual integral, cooperativas de trabajo y lucha por vivienda son ejemplos de lo que se puede hacer y reivindicar entre organizaciones autónomas.

La burocratización de los movimientos sociales es uno de los grandes problemas en la construcción de un movimiento participativo desde la base. Eso ha generado una cultura no activa y participativa en los sindicatos, juntas y gremios estudiantiles, a parte de crear un profesionalismo militante, personas pagas para actuar como lideres de categoría y/o desean alcanzar cargos políticos dentro del Estado. Entendemos que para construir un movimiento realmente combativo y participativo desde la base es preciso superar a la burocracia, buscando ampliar el campo de actuación de los movimientos sociales, de manera que puedan tener luchas conjuntas y significativas para sus puestos de actuación. Es necesario también incentivar constantemente la participación y la formación militante para insertar los principios de democracia directa, acción directa, auto- gestión y federalismo.

Vivimos tiempos en que las relaciones humanas – también la confrontación política – son movilizadas por afectos. Pero los sentimientos que movilizan son cada vez más pautados por la ética neo-liberal y el capitalismo, y en ese sentido vemos ganar fuerza una fuerte ofensiva conservadora que toma gobiernos y penetra la sociedad de manera general. La crisis del 2008 tuvo un rol importante en ese proceso de ascensión de la extrema derecha. Impulsar esos sentimientos de xenofobia, sexismo, racismo, homofobia, criminalización de la pobreza, etc contribuye a enmascarar el enorme crimen financiero que benefició a los bancos en detrimento de gigantescos sacrificios sociales y económicos.

Frente a esas amenazas, el conjunto de luchadoras y luchadores de as organizaciones que construyen el ELAOPA, que nunca tuvimos ilusiones con gobiernos y con salidas conciliadoras dentro del sistema asesino, tenemos ante nosotros el desafío de endurecer nuestras luchas, intensificando el combate al conservadurismo, organizándonos en defensa de los luchadores y las luchadoras sociales y de los derechos humanos.

Tenemos el desafío de construir una ética para tiempos mejores, construir antídotos para las indiferencias, reforzar los lazos de solidaridad más allá de las fronteras, desde abajo crear repertorios para una lucha social combativa con autonomía e independencia.

Para nosotras y nosotros, los y las de abajo, ese escenario de ofensiva de los de arriba no es novedad. Así como no es nueva nuestra resistencia. Todo lo que tenemos fue tirado con mucha lucha, sangre y sudor. No nos iludimos y no conciliamos con gobiernos, antes bien, organizamos nuestra resistencia u nuestra rebeldía, construyendo un Pueblo Fuerte que no se atemoriza y no se acobarda. A luchar y crear Poder Popular!

NO A LA INTERVENCIÓN YANQUI EN LATINOAMÉRICA!
FUERA EE.UU. DE VENEZUELA! POR LA AUTODETERMINACIÓN DEL PUEBLO VENEZOLANO!
SE SIENTE, SE ESCUCHA, ARRIBA LAS Y LOS QUE LUCHAN!

internacional / movimento anarquista / comunicado de imprensa Saturday March 23, 2019 22:08 byELAOPA

Nós das organizações reunidas nos dias 02 e 03 de março de 2019 no XIII Encontro Latino Americano de Organizações Populares e Autônomas, reafirmamos nosso compromisso com as lutas dos de baixo, com independência e solidariedade de classe, democracia de base e ação direta popular. Frente a uma realidade cada vez mais dura para os e as oprimidas, de retirada de direitos, precarização de nossa vida, avanço conservador, criminalização e extermínio dos pobres, do povo negro e dos povos indígenas, do feminicídio e da lgbtttfobia, nos cabe o ENFRENTAMENTO e a RESISTÊNCIA.

[Castellano]

DECLARAÇÃO DO XIII ELAOPA

2 e 3 de março de 2019 – Viamão-RS-Brasil

Nós das organizações reunidas nos dias 02 e 03 de março de 2019 no XIII Encontro Latino Americano de Organizações Populares e Autônomas, reafirmamos nosso compromisso com as lutas dos de baixo, com independência e solidariedade de classe, democracia de base e ação direta popular. Frente a uma realidade cada vez mais dura para os e as oprimidas, de retirada de direitos, precarização de nossa vida, avanço conservador, criminalização e extermínio dos pobres, do povo negro e dos povos indígenas, do feminicídio e da lgbtttfobia, nos cabe o ENFRENTAMENTO e a RESISTÊNCIA.

A precarização é uma realidade que afeta não só o mundo do trabalho, mas as condições de uma vida digna, nossos bairros e territórios, nossas escolas públicas e universidades e a saúde do nosso povo. Por isso, é importante o fortalecimento do trabalho de base nas escolas, locais de trabalho e comunidades, focando na cultura, educação e economia popular com iniciativas que rompam o corporativismo e construam comunidade organizada.

Dos muitos desafios colocados, buscamos trocar experiências e debater sobres questões que atravessam a realidade de luta e organização da diversidade que são as classes oprimidas de nossa américa latina.

Re-afirmamos que o sistema de opressão é patriarcal, colonialista, racista e capitalista. Há 500 anos atrás, foi a invasão europeia e o processo da diáspora africana. Hoje são os estados e as empresas extrativistas que ameaçam os nossos povos e nosso planeta. Os povos negros e indígenas, povos tradicionais, sofrem gritantes violências institucionalizadas e naturalizadas.

Esse sistema de opressão é reconfigurado e legitimado pela figura do Estado através do feminicídio de mulheres negras e indígenas, extermínio dos povos tradicionais, encarceramento em massa do povo negro, indústria do cárcere, a intensificação do agronegócio, mineradoras, monocultura e toda forma depredatória da natureza que empobrece nossos territórios e obriga a migração das nossas comunidades.

Nossas tarefas são o fortalecimento e organização das nossas comunidades, fortalecimento das lutas étnico- raciais, recuperação da cultura, espiritualidade e dos valores de solidariedade, unidade, respeito aos nossos ancestrais e à natureza, propor espaços de encontro e formação política constante rompendo com pensamento colonial/eurocentrista, criar redes de proteção de defesa dos direitos humanos, fazer denúncia da violência policial e da criminalização da pobreza. Reconhecemos o direito de nossos povos de autodeterminação, terra e a vida livre para desenvolver o bom viver. A luta pela emancipação humana é uma luta antirracista.

O avanço do Neoliberalismo e do Conservadorismo reforça a heteronorma e os papéis de gênero tradicionais e acirra a realidade de violência do capitalismo, em especial contra o povo oprimido LGBTTTQI+, negro e periférico. Essa violência assume formas diferentes conforme as diferentes identidades de gênero e orientações sexuais dissidentes. Essas pessoas também são sistematicamente prejudicadas em seu acesso ao mundo do trabalho, moradia e outros direitos. Frente a isso, boa parte dos movimentos que organizam o povo dissidente de gênero e sexualidade foi cooptada ou está acerca dos direitos individuais. Essa perspectiva individualista aliena a luta das outras identidades sob um ponto de vista interseccional. Outra questão é o desmantelamento e a perseguição do debate de gênero e sexualidade nas escolas. Assim se coloca a necessidade de organizar a luta em torno de uma perspectiva de classe e que considere a especificidade das opressões sofridas.

Por parte das mulheres temos tomado as ruas, as bases comunitárias, os postos de trabalho, as escolas, como espaços de resistência. As pautas de direito aos corpos e contra as violências permanecem. Entretanto, deve-se chamar a atenção para a presença massiva de mulheres nas lutas contra a reforma da previdência e outras lutas que tocam todos os de baixo. Metodologias feministas e de educação popular, assim como a garantia de espaços seguros, o cuidado coletivo das crianças, a superação de práticas machistas nas organizações, educação sexual integral, cooperativas de trabalho e luta por moradia são exemplos do que se pode fazer e reivindicar entre organizações autônomas.

A burocratização dos movimentos sociais é um dos grandes problemas na construção de um movimento participativo desde a base. Isso tem gerado uma cultura não ativa e participativa nos sindicatos, associações e grêmios estudantis, além de criar a profissionalização de militantes, pessoas pagas para atuar como líderes de categoria e/ou que pretendem alcançar cargos políticos dentro do Estado. Entendemos que para a construção de um movimento realmente combativo e participativo desde a base é preciso que superemos a burocracia, buscando ampliar o campo de atuação dos movimentos sociais de maneira que esses possam travar lutas conjuntas e de significado para os seus locais de atuação. É necessário também incentivar constantemente a participação e a formação militante para enraizar os princípios de democracia direta, ação direta, autogestão e federalismo.

Vivemos tempos em que as relações humanas – também o confronto político – são mobilizadas por afetos. Mas os sentimentos que mobilizam são cada vez mais pautados pela ética neoliberal e pelo capitalismo, e nesse sentido vemos ganhar força uma forte ofensiva conservadora que toma governos e penetra a sociedade de maneira geral. A crise de 2008 teve um papel importante nesse processo de ascensão da extrema direita. Alimentar esses sentimentos de xenofobia, sexismo, racismo, homofobia, preconceito com a pobreza, etc, contribui para mascarar o enorme crime financeiro que beneficiou os bancos em detrimento de gigantescos sacrifícios sociais e econômicos.

Frente a essas ameaças, o conjunto de lutadoras e lutadores das organizações que constroem o ELAOPA, que nunca tivemos ilusões com governos e nem com saídas conciliadoras dentro do sistema assassino, temos diante de nós o desafio de endurecer nossas lutas, intensificando o combate ao conservadorismo, nos organizando em defesa das lutadoras e dos lutadores sociais e dos DDHH. Temos o desafio de construir uma ética para tempos melhores, construir antídotos para as indiferenças, reforçar os laços de solidariedade para além das fronteiras, desde baixo criar repertórios para uma luta social combativa com autonomia e independência.

Para nós os e as de baixo, esse cenário de ofensiva dos de cima não é novidade. Assim como não é nova a nossa resistência. Tudo o que temos foi arrancado com muita luta, suor e sangue. Não nos iludimos e não conciliamos com governos, ao contrário, organizamos a nossa resistência e a nossa rebeldia, construindo um Povo Forte que não se intimida e não se acovarda. A lutar e criar Poder Popular!

NÃO À INTERVENÇÃO GRINGA NA AMÉRICA LATINA!
FORA EUA DA VENEZUELA! PELA AUTODETERMINAÇÃO DO POVO VENEZUELANO!
SE SENTE, SE ESCUTA, ARRIBA AS E OS QUE LUTAM!

newsfilter

Sun 24 Mar, 05:11

browse text browse image

cab_sindical.jpeg imageContra a Reforma da Previdência, Organizar a Luta desde a Base com Ação Direta Popular e S... Mar 23 22:48 by Coordenação Anarquista Brasileira 0 comments

No dia 20 de fevereiro de 2019, após meses de especulação do mercado financeiro, chantagem dos grandes empresários e publicidade pesada da mídia corporativista, o governo Bolsonaro entregou na Câmara dos Deputados a tão cobiçada Reforma da Previdência. Finalmente a classe trabalhadora brasileira conheceu qual será o tamanho do ataque que vem pela frente através da caneta dos de cima. Como já era previsível, o projeto de Paulo Guedes é ainda mais duro do que o apresentado por Temer. Essa reforma significa mais retirada de direitos de trabalhadoras e trabalhadores.

far.jpeg imageCon la memoria de lxs 30000… ¡Enfrentamos la avanzada reaccionaria en la región! Mar 23 22:28 by Federación Anarquista de Rosario 0 comments

Son 43 años de aquel funesto golpe que dejó como saldo la desaparición de 30.000 compañeros/as, el robo de bebés, torturas y demás atrocidades, y que impactó fuertemente en el tejido social dando comienzo a la instauración del modelo neoliberal en el país.
Recuperar la memoria histórica de aquel acontecimiento, a los/las compañeros/as caídos/as, hace a nuestra tarea militante no solo por la reivindicación de nuestro pasado, sino por las disputas y luchas que se están dando en el presente.

elaopa_1.png imageNota de Solidariedade do XIII ELAOPA ao Povo Ka’apor da Amazônia Oriental Mar 23 22:19 by ELAOPA 0 comments

O Encontro Latino Americano de Organizações Populares Autônomas (ELAOPA) propõe solidariedade
aos Povos Indígenas Ka'apor da Amazônia Oriental do Noroeste Maranhense do Brasil na luta pela
recuperação e defesa do seu território contra a intensa ação ofensiva de madeireiras extrativistas e
diante da repressão do Estado Policial de Ajuste sobre as lideranças desse povo.

elaopa_e.png imageDeclaración del XIII ELAOPA Mar 23 22:14 by ELAOPA 0 comments

Nosotros y nosotras, de las organizaciones reunidas en los días 2 y 3 de marzo del 2019 en el XIII Encuentro Latino Americano de Organizaciones Populares Autónomas, reafirmamos nuestro compromiso con las luchas de las y los de abajo, con independencia y solidaridad de clase, democracia de base y acción directa popular. Frente una realidad cada vez más dura para los y las oprimidas, de saqueo de derechos, precariedad de nuestra vida, avance conservador, criminalización y exterminio de los pobres, de los negros e indígenas, del feminicídio y de la lgbtttfobia, nos toca el ENFRENTAMIENTO y la RESISTENCIA [Português]

elaopa.png imageDeclaração do XIII ELAOPA Mar 23 22:08 by ELAOPA 0 comments

Nós das organizações reunidas nos dias 02 e 03 de março de 2019 no XIII Encontro Latino Americano de Organizações Populares e Autônomas, reafirmamos nosso compromisso com as lutas dos de baixo, com independência e solidariedade de classe, democracia de base e ação direta popular. Frente a uma realidade cada vez mais dura para os e as oprimidas, de retirada de direitos, precarização de nossa vida, avanço conservador, criminalização e extermínio dos pobres, do povo negro e dos povos indígenas, do feminicídio e da lgbtttfobia, nos cabe o ENFRENTAMENTO e a RESISTÊNCIA. [Castellano]

54436221_1890829564355620_931906060967477248_n.jpg imageΓια τα κέρδη των α&#... Mar 23 18:24 by Αναρχική Συλλογικότητα mⒶnifesto 0 comments

Δεν ανταγωνιζόμαστε μεταξύ μας, στηρίζουμε αλληλέγγυα ο ένας την άλλη, απομονώνοντας τα τσιράκια της εργοδοσίας και διεκδικώντας συλλογικά, χωρίς αρχηγούς και χωρίς ανάθεση. Δεν περιμένουμε κανέναν άλλον να παλέψει αντι για μας, κανένα «Ζορό» να τιμωρήσει και να συνετίσει τα αφεντικά, διεκδικώντας καλύτερες συνθήκες δουλειάς και μεγαλύτερα μεροκάματα. Δεν εναποθέτουμε τη ζωή μας στα χέρια κανενός αυτόκλητου «σωτήρα». Μόνο εμείς οι ίδιοι/ες μπορούμε συλλογικά και οργανωμένα να παλέψουμε για τα δικά μας ταξικά συμφέροντα.

dscn9587.jpg imageBalance concentración en defensa de la JEP y los acuerdos de paz. 2019/03/13 Mar 23 07:41 by ViaLibre 0 comments

En la tarde del pasado miércoles 13 de marzo se realizó una concentración en defensa de la Jurisdicción Especial para la Paz (JEP), ante las objeciones que el gobierno de Iván Duque del Centro Democrático, presento a puntos sustanciales de esta legislación, surgida en marco del proceso de paz entre el gobierno de Juan Manuel Santos con la antigua insurgencia de las Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia-Ejército del Pueblo (FARC-EP), proceso al que Duque y su partido se opusieron de forma sistemática y hoy en el poder se han propuesta “hacer trizas” de forma progresiva.

whatsapp_image_20190310_at_6.47.jpeg imageBalance de la movilización del 8 de marzo de 2019 Mar 23 07:37 by ViaLibre 0 comments

El pasado viernes 8 de marzo, se realizó una nueva jornada de protesta feminista por el día internacional de las mujeres trabajadoras y la convocatoria del paro internacional de mujeres. En la ciudad de Bogotá, aunque se sucedieron diversos actos en universidades públicas y sindicatos, la principal actividad del día giro en torno a la movilización nocturna de entre 3.000 y 5.000 personas, mayoritariamente mujeres, por el centro de la ciudad, en la que ya es de hecho la movilización feminista más grande de la historia reciente en la capital.

solidaridad_minga.jpg image[Solidaridad con la Minga Social por la Defensa de la Vida, el Territorio, la Justicia, la... Mar 21 21:11 by Grupo Estudiantil Anarquista 0 comments

Oigan bien señores y señoras, de por allá en las esferas del poder: Que sus miradas se vuelquen al Suroccidente colombiano; que sus miedos aparezcan donde se creía que no había dignidad; que sus pesadillas comiencen en donde se creía no existían sueños, allá, donde se creía que no había corazones ni manos ni pies para andar, para caminar y para dignificar. Allá, en el Suroccidente colombiano, que tantas veces ha sido atacado, estigmatizado y condenado, hoy vuelve a renacer, florecer y a arder, porque las comunidades y los pueblos de aquella Colombia profunda han vuelto a levantarse después de 1500 acuerdos firmados con Gobiernos de hace más de 20 años.

textNew Zealand Suspect’s Actions Are Logical Conclusion of Calling Immigrants “Invaders” Mar 21 17:17 by Murtaza Hussain 0 comments

BRENTON TARRANT, WHO stands accused of killing 50 adults and children at two mosques in New Zealand last week, wants us to know what inspired his actions. Before livestreaming his massacre of Muslim worshipers, he composed a lengthy document that proudly advocates the murder of innocent people in the name of racial purity. The manifesto is predictably disturbing. It is the work of a nihilist who sees a world so bleak and hopeless that it could be improved through acts of mass murder. There is one word in the 74-page document, however, that stood out to me: “invader.”

textThe Reality Behind Trump’s Coalition for Regime Change in Venezuela Mar 21 17:02 by Mark Weisbrot 0 comments

Some of the governments supporting Trump's plan to starve Venezuela into submission are none too savory, themselves.

textUkraine: An Election for the Oligarchs Mar 20 20:34 by Volodymyr Ishchenko 0 comments

Five years after the “EuroMaidan” protests in Kiev and elsewhere toppled the government of now-exiled former president Viktor Yanukovych, the people of Ukraine are set to elect a new leader. Over 34 million Ukrainian citizens will be eligible to cast their vote on 31 March, although several million will be prevented from participating due to the ongoing conflict situation in the country’s eastern Donbass region. Should none of the candidates receive an absolute majority, a second round of voting will be held on 21 April.

Ukraine consistently ranks among the poorest countries in Europe – last year it overtook Moldova to occupy the top spot in the list. The largest post-Soviet state after Russia in terms of population, it finds itself torn between the European Union promising economic integration and a limited degree of freedom of movement, and deepening the country’s relationship with Moscow, the largest consumer of Ukrainian exports to which Ukraine is tied by centuries of shared history, tradition, and repeated conflict.

EuroMaidan exacerbated the country’s ongoing economic decline and mounting social pressures in 2013–14, ultimately triggering the war in the Donbass region and the Russian annexation of the Crimean peninsula. These tensions have facilitated the rise of a vicious Ukrainian nationalism that the government led by current president Petro Poroshenko is not afraid to manipulate for its own purposes. Attacks on left-wing activists and ethnic minorities are becoming increasingly common, while armed far-right paramilitaries like the so-called “Azov Battalion” are normalized and integrated into mainstream political life.

That said, not everyone in Ukraine is happy about these developments. Although none of the candidates in the upcoming elections offer a particularly radical or progressive vision for the country, voters will at least be able to decide whether to endorse Poroshenko’s current course or throw their support behind another figure. Loren Balhorn of the Rosa-Luxemburg-Stiftung spoke with Kiev-based sociologist Volodymyr Ishchenko to get a better understanding of the candidates, the state of the county, and what is at stake for the people of Ukraine in 2019.

cartaopinionfaumayo2018.png imageUn Nuevo 8 de Marzo: Por un Feminismo de Clase y de Abajo Mar 20 19:39 by Federación Anarquista Uruguaya 0 comments

No es lo mismo una trabajadora o desocupada que una milica que reprime en los barrios a las hijas e hijos de las trabajadoras. Este es el día de la mujer de abajo, muchas veces sostén económico del hogar, que se encarga de la crianza de sus hijos e hijas, de las tareas de la casa, entre otras cosas, sin valorización de todo ese trabajo. Hay una cuestión de clase que marca una línea divisoria. No es el día de todas las mujeres, es el día de la mujer que marcha junto a los oprimidos con sus sueños de un mundo distinto y mejor.

Map: Areas under the region’s administration imageA Glimmer of Hope: The extraordinary story of a revolution within the Syrian civil war Mar 20 19:25 by Shawn Hattingh 0 comments

For the past few years, most people would have come across news stories of how Kurdish fighters in Syria, especially women, have been crucial in battling the Islamic State of Iraq and Syria. Very few, however, would be aware that in the north and eastern parts of Syria these same Kurdish fighters are part of a revolution as progressive, profound and potentially as far-reaching as any in history. In the north and eastern parts of Syria, an attempt to create an alternative system to hierarchical states, capitalism and patriarchy is underway and should it fully succeed it holds the potential to inspire the struggle for a better, more egalitarian Middle East, Africa, South Africa and indeed world. As in any revolution it has had its successes and shortcomings, but it is already an experiment worth reflecting on as it shows a far different world could be built to the extremely unequal and increasingly right-wing and authoritarian one that exists today.

jornadas_1.jpg imageAnarchist Days (Jornadas Anarquistas) 2019 Mar 20 19:12 by Jornadas Anarquistas 0 comments

In these challenging times, where there is great political confusion, where old practices which lead to the same port are renewed, as is the case with the variety of electioneering offers that ensure they are not going to deviate from the path of a “responsible and mature” politics: while global poverty, precariousness, unemployment and the desperate migration of millions of people increase; while despair grows and authoritarian and neoliberal proposals are gaining ground, where technical coups take place with a view to the most rancid bourgeoisie taking up the state's helm again. Nothing should escape its control and, within this framework, the imperialist policies of the USA and European Union place their chips and interests on the global game board. Thereby increasing, with variants in every region of the planet, the so-called surplus population, stripped of the essentials to live; while the population that suffers various levels of precariousness grows in size and severity. A world that is increasingly designed for less and less people, an increasingly small population that is fully “integrated” into the global capitalist system, where precariousness, segregation, segmentation and survival are constantly increasing. And at the other extreme, wealth is increasingly concentrated in the hands of fewer people. Castellano

jornadas.jpg imageJornadas Anarquistas 2019 Mar 20 19:08 by Jornadas Anarquistas 0 comments

Estos tiempos que corren, donde la confusión política es grande, donde se renuevan viejas prácticas que conducen al mismo puerto, como en el caso de las variadas ofertas electoralistas que aseguran que no van a desviarse del camino de una política "madura y responsable”; mientras aumenta a nivel mundial la pobreza, la precarización, el desempleo, las migraciones de millones de seres humanos en forma desesperada, mientras crece el desconsuelo y ganan terreno propuestas autoritarias y neoliberales, donde se producen golpes de Estado de carácter técnico en aras de retomar el timonel del Estado por parte de la burguesía más rancia. Nada debe escapar a su control y en ese marco, la política imperialista de EEUU y la Unión Europea disponen en el tablero mundial sus fichas y sus intereses. Aumenta de ese modo, con variantes en cada región del planeta, la población llamada sobrante, desplazada de todo lo elemental para vivir y también crece en volumen y problemática la población que sufre varios niveles de precarización. Un mundo diseñado cada vez para menos gente, cada vez menos población "integrada" plenamente al sistema mundo capitalista, donde aumenta de la precariedad, la segmentación, segregación y la sobrevivencia. Y en el otro extremo, la consiguiente concentración de la riqueza cada vez en menos manos. English

sim.jpg imageGonzalo Berger: "A mi me gustaría entender cómo se perdió una guerra que se debería haber ... Mar 20 00:08 by ALB 0 comments

Gonzalo Berger (Barcelona, 1977), es doctor en historia por la Universidad de Barcelona y docente universitario. Es autor de varios libros y trabajos de investigación sobre la Guerra Civil y el obrerismo de principios del siglo XX en la comarca del Maresme. Algunos de ellos son consultables por internet, dando así la oportunidad a nuevas investigaciones partiendo de lo que ha recopilado. En concreto se podría destacar el artículo que recoge el peso concreto de la CNT catalana en 1937, con cifras y extrapolaciones; o el trabajo sobre los muertos de las milicias catalanas, con nombres y apellidos, unidad y filiación que ha publicado recientemente en su blog su primera versión; o la lista de columnas y centurias que salieron de Catalunya que publica en los anexos de su tesis doctoral y de su libro (ya os adelantamos que salieron 151 columnas - muchas compuestas solamente de 1 o 2 centurias - entre julio y diciembre de 1936, en las que el bloque CNT-FAI aportó el 43% de milicianos y milicianas).

Berger además se dedica a difundir el conocimiento de lo que supuso la guerra a través de documentales y exposiciones como por ejemplo “Dones en Guerra", "Espais de la Batalla de Mallorca", "Milicianes" o "No Pasarán: 16 días. Madrid 1936".

Hoy en día, la apertura de los archivos y la mejora de su accesibilidad (empiezan a digitalizarse en algunos lugares) está dando y dará pie a nuevas reformulaciones de lo que ha sido investigado ya. Pero se necesita primero un trabajo de base, desde el que empezar a leer la historia, que suele ser una tarea titánica y más basada en la estadística y la recopilación de datos y nombres que en su interpretación. Comentaba hace poco Rafael Cid la importancia de la labor de "arqueología" que realizan los militantes que investigan y los historiadores que militan y que constituyen una enciclopedia con trabajo.

zimfreeatlast.jpg imageSurviving Zimbabwe: An anarchist critique Mar 19 06:33 by Leroy Maisiri 0 comments

This article, with the guidance of anarchism as a theory, provides a critical analysis of Zimbabwe and its current state, arguing against simple analysis and going beyond individual politics. The real, underlying problem is a society governed by a class system under the control of a predatory state that cannot survive a day without the exploitation of its people. It is essential to organize and educate the masses for a revolution they can claim as their own, against all forms of oppression and that builds on everyday struggles to improve the deplorable conditions of Zimbabwe.

safe_image.png imageFuerza femenina Mar 19 03:57 by Fuerza femenina 0 comments

Σπάμε το φόβο στηρίζοντας αλληλέγγυα η μια την άλλη. Οργανωνόμαστε συλλογικά ενάντια σε κάθε μορφής πατριαρχική επιβολή. Σπάμε τη σιωπή μιλώντας για ότι έχουμε βιώσει.

carlocafierobarletta2.jpg imageΑναρχία και κομμ_... Mar 17 18:35 by Κάρλο Καφιέρο 0 comments

Πρέπει να είμαστε κομμουνιστές επειδή στον κομμουνισμό θα συνειδητοποιήσουμε την πραγματική ισότητα. Πρέπει να είμαστε κομμουνιστές επειδή οι άνθρωποι, που δεν καταλαβαίνουν την κολεκτιβιστική σοφιστεία, κατανοούν απόλυτα τον κομμουνισμό, όπως έχουν ήδη παρατηρήσει οι φίλοι μας Ρεκλύ και Κροπότκιν. Πρέπει να είμαστε κομμουνιστές, επειδή είμαστε αναρχικοί, γιατί η αναρχία και ο κομμουνισμός είναι οι δύο όροι που είναι απαραίτητοι για την επανάσταση.

ohinemutu.jpg imageMass Shooting Candlelight Vigil Mar 16 16:05 by AWSM 0 comments

A member of Aotearoa Workers Solidarity Movement (AWSM) attended a candlelight vigil for victims of the mass shooting in Christchurch.

christchurch.jpg imageStatement on Mass Shooting Mar 15 14:16 by AWSM 0 comments

Though full details have yet to be revealed, it is clear there have been multiple fatalities and serious injuries due to a mass shooting at two mosques in Christchurch today.

textLabor in the age of Duterte: The Pacific Plaza strike Mar 14 00:20 by Ia Maranon & Walden Bello 0 comments

Whatever may be the conclusion of the strike, there is little doubt that the practice of contractualization, which has done so much damage to labor in this country, is facing a mortal challenge from its victims.

extinction.jpg imageCan Extinction Rebellion Aotearoa NZ help save the world? Mar 13 12:29 by AWSM 0 comments

AWSM are encouraged by the fact that the movement [Extinction Rebellion] has managed to tap into the sense of alarm over climate change... but we feel that there is a conversation that needs to be had about some of their demands.

9789004188488.jpg imageΑναρχισμός, διεθ_... Mar 13 04:17 by Dmitri 0 comments

“Anarchism and Syndicalism in the Colonial and Postcolonial World, 1870-1940: the praxis of national liberation, internationalism, and social revolution” (“Αναρχισμός και Συνδικαλισμός στον Αποικιακό και Μεταποικιακό Κόσμο 1870-1940: η πρακτική της εθνικής απελευθέρωσης, του διεθνισμού και της κοινωνικής επανάστασης”)

y_en_el_2019.jpg imageDeclaración X Asamblea Semestral: Grupo Estudiantil Anarquista (Colombia) Mar 12 20:29 by Grupo Estudiantil Anarquista 0 comments

En este sentido, hay que reconocer que si bien en los encuentros, marchas y asambleas se evidenciaba un gran flujo de personas, su participación no era igual de efectiva, vemos que muchas veces son las mismas quienes participan en todos los escenarios, lo cual puede limitar el abanico de opciones sobre las decisiones que se pueden tomar; pero esto no es para preocuparse, pues se debe reconocer también que es un proceso que todavía está empezando a construirse y que falta mucho camino, sin embargo para que este proceso siga adelante, nosotras, como estudiantes, debemos asumir una participación activa, sacar la militancia de la pertenencia de una organización y actuar bajo una militancia colectiva, que permita enriquecer los procesos y volverlos más contundentes

8M em Porto Alegre Brasil 2019. Foto: Guilherme Santos Sul 21 imageAs anarquistas e a luta por uma vida em liberdade Mar 09 22:58 by FAG/CAB 0 comments

“Neste momento decisivo em que as definições devem ser traduzidas de forma fulminante em feitos e as posições em ações contundentes, a definição e posição das mulheres – de mulheres livres, das que afirmam sua vontade resoluta de ser – nos dão os fatos e ações que essas páginas coletam da maneira mais plausível possível. Junto à mão suave das mulheres que curam feridas, cuidam das crianças ou oferecem um gole de água para a sede ardente do combatente, destacamos o braço forte da mulher que ergue um fuzil. Isso não significa, de maneira alguma, a renúncia de um sentido humano que queremos proclamar acima de tudo. Mas nosso sentido humano é integral, ativo e beligerante. E é transcendente. Isto é, atinge mais do que alívio imediato da dor imediata. Aspira à eliminação radical da dor, pelo menos da dor social que nasce da opressão política e da injustiça econômica.
[…] Enquanto isso, o nosso sentido humano, precisamente o nosso sentido humano, obriga-nos à luta dura, cruel, implacável contra um inimigo implacável. Através da morte, sobre a morte, defendemos a vida. A única vida que merece ser defendida: a vida em plena liberdade “.
Nosso sentido humano, Revista Mujeres Libres

alzira.png imageCom a palavra e a luta de Alzira sempre! Mar 09 22:38 by CAB 0 comments

Em 1925, a costureira e militante anarquista Alzira Werkauser tomou a palavra e presidiu uma sessão do 3° Congresso Operário do Rio Grande do Sul. Nesta ocasião atuou como delegada sindical com mandato do sindicato dos alfaiates, costureiras e anexos. Alzira foi
ativa militante da resistência a opressão sobre as mulheres, da luta sindical das costureiras e das convicções anarquistas em uma peleia diária e incansável para mudar o mundo com socialismo e liberdade. Sua moção ao Congresso a que nos referimos levava intuitivamente, pelas misérias que padecia como mulher trabalhadora e mulher oprimida, aquela noção tão forte e tão feminista que pronunciou a comunera Louise Michel: “Tomem cuidado com as mulheres quando se cansarem de tudo o que as rodeia e se levantem contra o velho mundo. Nesse dia um novo mundo começará.”

8m2019.jpg imageNeste 8 de Março, levantamos mais uma vez a nossa voz e os nossos punhos pela vida das mul... Mar 09 22:30 by CAB 0 comments

A nossa história tem sido, desde sempre, marcada por repressão e resistência. Contudo, nesses últimos anos, vimos se consolidar no Brasil uma retomada de forças conservadoras, – forças essas que nunca deixaram de constituir as estruturas patriarcais do Estado e o imaginário da nossa sociedade -, mas que, agora, potencializadas por vozes que fazem questão de se afirmarem – entre outras coisas – antifeministas, encampam uma luta contra os direitos e organização das mulheres.

52898522_2051319301832217_1969862792982822912_n.jpg image[Colombia] ¡POR UN 8 DE MARZO DE LUCHA Y FEMINISTA! Mar 09 10:07 by Encuentro por la Autonomía y la Vida Digna 0 comments

Este 8 de marzo salimos a la calles y nos movilizamos para conmemorar historias de luchas protagonizadas por mujeres para el pleno disfrute de la vida. Este 8 de marzo nos movilizamos en todo el mundo por las históricas y nuevas demandas que se han forjado al calor de la organización de mujeres y del movimiento feminista. Este 8 de marzo salimos a las calles para seguir acumulando fuerzas y hacerle frente al giro neo-conservador que aqueja al mundo con gobiernos abiertamente misóginos, homofóbicos, defensores de la mal llamada familia tradicional, la propiedad privada y el capita

more >>
© 2005-2019 Anarkismo.net. Unless otherwise stated by the author, all content is free for non-commercial reuse, reprint, and rebroadcast, on the net and elsewhere. Opinions are those of the contributors and are not necessarily endorsed by Anarkismo.net. [ Disclaimer | Privacy ]