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Breve análise socialista libertária sobre os atuais movimentos

category brazil/guyana/suriname/fguiana | community struggles | opinião / análise author Freitag Juli 05, 2013 19:27author by Coletivo Anarquista Luta de Classe - CALC-CABauthor email coletivodeclasse at riseup dot net Report this post to the editors

"Opinião Anarquista", N° 3 - julho de 2013

Podemos afirmar que o mês de junho de 2013 entrou para a história do Brasil, sendo o dia 17 uma data emblemática: foram 1,5 milhões de pessoas a ocuparem as ruas – 20.000 só em Curitiba. Não víamos isso desde 1992, quando milhares foram às ruas exigir o impeachment de Collor.
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Breve análise socialista libertária sobre os atuais movimentos


Novidade nas ruas

Podemos afirmar que o mês de junho de 2013 entrou para a história do Brasil, sendo o dia 17 uma data emblemática: foram 1,5 milhões de pessoas a ocuparem as ruas – 20.000 só em Curitiba. Não víamos isso desde 1992, quando milhares foram às ruas exigir o impeachment de Collor.

Com toda a certeza, estas mobilizações transformaram o panorama político, afinal, foi apenas por meio da ação direta das ruas que as tarifas de ônibus baixaram em diversas cidades do país, reinserindo esta tática política na ordem do dia. As marchas também expressaram o descontentamento daquilo que se configura como um primeiro movimento de massas após 10 anos de governo PT, governo este que, além de não avançar nos direitos sociais (saúde, educação, trabalho, transporte), ainda intensificou em privatizações (Hospitais, aeroportos, portos), (contra)reformas (previdência, universitária, trabalhista, etc.), promoção de lucros recordes para os bancos, e ainda injetou rios de dinheiro na burguesia imobiliária e da construção civil. E mais, frente aos movimentos sociais, não demonstrou uma postura distinta a seus antecessores, criminalizando e perseguindo a militância que não se rendeu à cooptação, mostrando que como todo governo tem um lado: o das classes dominantes, e assim jamais poderia atender as expectativas da população brasileira que clamava por mudanças.Imagem1

Quem acordou o gigante?

As manifestações, que se inciaram em várias cidades do país por conta do aumento da tarifa, receberam em seu inicio duras críticas de imprensa, devido às ações mais radicalizadas da juventude na rua (que ocorreram, em geral, apenas em resposta à violência policial). Porém, em um dado momento, a mídia corporativa muda sua postura: de ofensiva, passa a ser “generosa” com os manifestantes, e mesmo chamar o povo “pacifico” para as ruas, ao mesmo tempo em que criminaliza os “vândalos”. Assim, tenta influenciar os atos de rua, imprimindo a ordem institucional (ordem do Estado burguês) aos movimentos de massa. Para tanto, incita os manifestantes a se colocarem uns contra os outros (“pacíficos” versus “vândalos”), deixando de lado o verdadeiro inimigo: os banqueiros, os patrões, o Estado e seu aparato repressivo. Com vistas à agenda eleitoral de 2014, a grande imprensa investe nas manifestações e tenta “surfar” nesta onda, inserindo suas pautas. Por meio de seu poder monopolista dos meios de comunicação, tenta criar uma onda de ufanismo e patriotismo, tentando assim varrer a esquerda dos movimentos e estabelecer uma agenda “conservadora”, em que aparecem pautas como a luta contra a corrupção (mas só a do PT), o que favorece diretamente a direita eleitoral por um lado (PSDB e DEM), e indiretamente convida os grupos de extrema direita (skinheads, anonymous, Integralistas, nazistas etc.) para irem à rua defender a “bandeira certa” (a do Brasil, que unifica explorados e exploradores sob de uma mesma política).

Se, por um lado, observamos as tentativas da direita de dar os rumos deste movimento por meio daqueles que cumprem o papel de ser sua voz (a mídia corporativa), por outro, como libertários, não podemos deixar de afirmar nossa crítica histórica acerca da burocratização dos movimentos sociais, que os retira sua autonomia e poder de mobilização nas bases. Cabe afirmar que de maneira alguma legitimamos os ataques às organizações de esquerda, pelo contrário, os repudiamos em absoluto. Porém, a esquerda não pode se esquivar de suas responsabilidades no que tange a seu desgaste: a tentativa de fornecer uma resposta eleitoral aos anseios do povo por meio de “candidaturas populares” – onde o caso mais exemplar é o PT e sua ascensão ao poder do Estado -, arrasta para a legalidade do Estado (eleições e parlamento) as disputas políticas do povo, fazendo com que suas organizações (sindicatos, associações de bairro, entidades estudantis e movimentos sociais) não sejam mais que estruturas de apoio de seus partidos. Cabe destacar que esta forma de atuação da esquerda tem sem sombra de dúvida tido resultados nefastos, porque não só não traz as conquistas que o povo objetiva com sua luta, desviando-a de seu sentido (que é transformar a vida dos de baixo), como acaba por colocar em descrédito com a população em geral as organizações de base do próprio povo. Se faz necessário ainda afirmar que boa parte da esquerda de oposição ao PT não foge a este modelo de atuação, colaborando por reforçar este estigma sobre as organizações de esquerda e até sobre as organizações populares de base, e por fim, sobre a própria política, que passa a ser vista como “suja” (afinal, a política burguesa no Estado capitalista realmente é suja e corrupta por excelência; o Estado capitalista é corrupto na media em que legitima a exploração dos trabalhadores). Tais práticas de aparelhamento e subordinação do projeto dos de baixo a projetos políticos partidários eleitorais acaba por ser responsável, ao menos em parte, para a desorganização e despolitização da população.

Desta maneira, a população deixa de ter referência nessas organizações, e o poder do Estado e das corporações midiáticas (aparelhos da burguesia) acaba por se sobrepor ao do movimento justamente pela força dos aparatos que tem em suas mãos, tornando o povo refém de suas armadilhas e manipulações.

Se não há referência de luta, quem dá as cartas?

Já nos referimos aqui sobre a legitimidade das lutas das massas que tomam as ruas do país, afinal, seu descontentamento é não só justificado, como justo. Porém, este processo também traz uma lição pedagógica para as esquerdas: não basta apenas termos o povo na rua exercitando a ação direta; por mais que isso em si possa ser bastante positivo, se não há organização prévia e enraizamento na base, não será “disputando a direção” de tais movimentos, ou mesmo se impondo sobre as massas, que construiremos um projeto de transformação da sociedade. Sem haver organização social das bases deste movimento, sem haver espaços de referência e construção coletiva de uma agenda de ações e lutas, tal movimento fica muito mais suscetível às vozes que vem da força dos “de cima” (a mídia corporativa e o Estado), de tal modo que esta população desorganizada acabou, por conta da ausência de interlocução e de um projeto político coletivo, iniciando um processo de disputa entre aqueles que já “dão as cartas”: de um lado, a direita e a mídia corporativa, do outro, a esquerda governista. Se, por um lado, a mídia tentou pautar o movimento sugestionando uma agenda de lutas que tinha como foco a desestabilização do PT para as eleições, o mesmo PT soube usar do momento para implementar parte do seu programa (5 pactos) a “toque de caixa” no Congresso, onde pouquíssimo ou quase nada ouviu-se das vozes das ruas para a construção de tais demandas.

Deste modo, parece que tal movimento restringiu-se devido à organicidade prévia do MPL-nacional (Movimento Passe Livre, organizado há pelo menos 10 anos), que tem um modelo de ação e forma de atuação já enraizados na população, que levaram a população a contestar o preço das tarifas e mesmo exigir um transporte realmente público (tarifa zero). Ao que tudo parece, estas são as únicas pautas que genuinamente vieram das ruas e tiveram eco.

Fica a lição: Organizar na base ou ser engolido pelas ruas!

Desta experiência de luta, esperamos que toda a esquerda possa retirar aprendizados (nos colocamos no campo da esquerda, logo nos incorporamos em tal crítica). Reiteramos nossas afirmações acerca da necessidade de que a esquerda se enraíze mais nas bases da sociedade, se colocando ao lado do povo cotidianamente, nos locais de trabalho, moradia e estudo. Afinal, tal movimento é sintoma da ausência da esquerda nestes locais, logo, da sua falta de capacidade de influenciar as massas em geral. Mostra-se insuficiente a metodologia de disputa das direções das entidades sindicais e estudantis; é necessário uma mudança na estrutura dos movimentos.

É necessário voltarmos ao tema do desgaste das entidades de base a nível social (sindicatos, entidades estudantis, associações de bairro e movimentos sociais) que precisam ser reabilitadas frente à população em geral, precisam voltar a ser os espaços de construção do pensamento e ação política das massas. Tal resultado, temos certeza, somente virá com a ação unificada da esquerda para retomar, nas bases do movimento, tais espaços organizativos dos pelegos, e mesmo de organizar onde ainda não há organização. Somente assim poderemos enraizar um programa de transformações no povo e pautar tais movimentos de massa.

O trabalho é duro – não existem fórmulas que possamos seguir para dar uma “guinada” em tal conjuntura. Mas temos, ao menos, um apontamento: somente um duro trabalho de organização das bases sociais pode mudar tal conjuntura e colocar em curso a construção do poder popular. Neste movimento, não exigimos mais que um posto de combate: sem sectarismo e em unidade nas lutas para construir um povo forte!

Barrar o aumento pela força das ruas!
Tarifa Zero já!
Criar Poder Popular!

Coletivo Anarquista Luta de Classe

julho de 2013

Baixe aqui a versão que foi impressa: Opinião Anarquista 02.07.2013

Verwandter Link: http://coletivoanarquistalutadeclasse.wordpress.com/
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Nesse primeiro semestre houve diversas mobilizações de norte a sul do Brasil que enfrentaram a reação conservadora dos governos, do aparelho repressivo e da mídia. Desde as lutas em defesa do transporte público nas capitais, passando pelas greves nos canteiros de obras do PAC, até a resistência indígena dos povos originários, todas essa lutas foram alvos da criminalização do protesto que segue em curso no país sede da Copa do Mundo. Vivemos um dos momentos mais agudos da luta de classes no Brasil. O capital internacional avança diariamente a passos largos, explorando os trabalhadores e as trabalhadoras na busca do lucro. [Italiano]

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"Pra favorecer uma experiência de lutas que deve unir e organizar os setores populares, nenhum partido tem o direito e a autoridade de se colocar por cima, interferir em causa própria na expressão pública do movimento social, negociar nas costas da vontade popular. A relação de forças das ruas, dos piquetes, das ocupações e das marchas é que marca o caminho.
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Os finais de ano são marcados por festividades cristãs e dedicadas a alimentar a sociedade de consumo. Mas em Joinville, desde 2010, o final de ano passou a ter uma nova característica, já que as empresas Gidion e Transtusa aproveitam o momento para pedir ao prefeito o aumento da tarifa do transporte coletivo

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O Estado de Mato Grosso nos últimos 10 anos destacou-se na mídia nacional como um grande produtor da monocultura da soja e da cana-de-açúcar, exportando sua produção para outros Estados e países. Por detrás de toda essa “grande produção” temos práticas de trabalho escravo e assassinatos decorrentes à invasão de pequenas propriedades para o aumento da área de plantio e gerando uma enorme destruição ambiental nessas regiões. Esse mesmo plantio serve somente para a exportação aos países de primeiro mundo e fábricas de rações destinadas ao gado de corte que no Estado vem beneficiando a poucos que concentram imensas fortunas em suas mãos. Na capital passamos pela desenfreada corrida pelas obras da Copa de 2014, o governo estadual tem destinado uma enorme quantidade da verba pública para obras faraônicas que privilegiam uma elite e expulsam os pobres para áreas cada vez mais distantes, dificultando inclusive a entrada desses em determinadas regiões da cidade.

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22 de janeiro de 2016, Bruno Lima Rocha

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17 de janeiro de 2016, Bruno Lima Rocha

Na metade de janeiro de 2016 tive uma conversa através de rede social – no privado – com um amigo de longa data, morador do estado de São Paulo, e profundo conhecedor da política local. Este conhecimento inclui importantes municípios como Santos, Campinas, Guarulhos, a região do ABCD, assim como do poder municipal em São Paulo capital, e óbvio, o Palácio dos Bandeirantes. Além de acadêmico, este militante com muita experiência notou o avanço da repressão policial contra as marchas organizadas pelo Movimento Passe Livre (MPL) e entidades aliadas. As palavras a seguir são de fonte segura, e podem ser lidas como uma suposição – já que não tenho a prova material – ou como uma hipótese bastante provável, que é como eu as encaro. Eis a fala deste amigo:

imageO Brasil em transe reacionário: a luta das mulheres e os neoconservadores Nov 10 by BrunoL 0 comments

09 de novembro de 2015, Bruno Lima Rocha

Introdução

Neste texto, uma mescla de análise de conjuntura da crise política envolvendo o presidente da Câmara Eduardo Cunha (PDMB-RJ) e trazendo o tema da luta das mulheres como a massificada mobilização permanente das políticas de reconhecimento, trago uma proposta de análise relacional. Começo relatando de forma sintética aspectos da reação midiático-simbólica ao conteúdo do exame do ENEM de 2015 e culmino observando as pautas conservadoras e obscuras capitaneadas pela bancada neoconservadora em sua frente político-religiosa (cujos líderes são representantes neopentecostais).

imageA nova direita brasileira odeia a América Latina Sep 14 by BrunoL 0 comments

13 de setembro de 2015, Bruno Lima Rocha.

"A demência da nova direita brasileira está realmente abusando. Alguns cartazes e gritos de guerra trazidos a público no Brasil em 16 de agosto de 2015 lembram a operação anterior ao golpe contra o governo Salvador Allende, derrubado em 11 de setembro de 1973. No Brasil do terceiro turno, temos o desprazer de ler frases como “Foda-se a Venezuela”, o clássico “Vai para Cuba”, ou então coro político cantando: “Pé na bunda dela, isso aqui não é a Venezuela!”. E, obviamente, lado a lado com os neoliberais marcham saudosos da ditadura brasileira, incluindo faixas em inglês pedindo intervenção do Comando Sul dos EUA no Brasil", escreve Bruno Lima Rocha, professor de ciência política e de relações internacionais.

Eis o artigo.

imageDireito à Cidade e Municipalismo Libertário Jul 14 by Coletivo Anarquista Zumbi dos Palmares (CAZP) 0 comments

A cidade que passou ao longo de sua existência a aglutinar o conjunto da população que antes ocupava em maior número o campo, e que buscava uma forma de organização societária de maneira a atender o bem coletivo, foi aos poucos sendo atravessada por uma relação de poder específica, denominada de domínio, que surgiu com a divisão em classes sociais e que implicava que a organização da vida atendia os interesses de uma minoria em detrimento da maioria. Isso permitiu o desenvolvimento do Estado, sendo um instrumento que sempre serviu aos interesses das classes dominantes, disfarçando sua política essencialmente opressora das mais variadas formas.

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imageTerrorismo de Estado em Curitiba, Brasil Dez 19 Coordenação Anarquista Brasileira 0 comments

O dia 07 de dezembro de 2018 será lembrado como um dos dias mais tristes e revoltantes da história de Curitiba e da luta por moradia no Brasil. A ocupação urbana 29 de Março foi completamente destruída devido a um incêndio, que segundo o relato dos moradores, foi causado pela Polícia Militar do Paraná. Além do fogo alastrado, ocorreram, pelo menos, duas execuções no local, vários desaparecidos e um número ainda desconhecido de mortos.

imageDe Yeda a Tarso reforma agrária segue sendo caso de polícia em São Gabriel. Okt 07 FAG 0 comments

Localizado à mais de 80 kms de qualquer centro urbano, cravado na divisa dos municípios de Santa Maria e São Gabriel, o assentamento Madre Terra é uma pequena ilha da agricultura familiar rodeada de latifúndio e monocultura por todos os lados, onde algumas dezenas de famílias extremamente pobres lutam para ganhar a vida plantando arroz orgânico e produzindo diversos outros alimentos mesmo à contragosto dos governos e do agronegócio. Esse assentamento foi criado pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA) em 2009. Porém, de lá pra cá, se passaram quatro anos e nada do que foi planejado e prometido por parte do órgão à essas famílias foi realizado.

imageNota de solidariedade aos lutadores e lutadoras da comunidade do Cumbe Aracati – Ceará Sep 05 ORL-CAB 0 comments

Nós, da Organização Resistência Libertária [ORL], integrante da Coordenação Anarquista Brasileira (CAB), prestamos nosso total apoio e solidariedade em virtude do despejo violento sofrido por vinte sete famílias pertencentes à Comunidade do Cumbe, localizada a 12km da cidade de Aracati, litoral leste do Ceará. A comunidade do Cumbe, formada por pescadoras/es, marisqueiras/os e trabalhadoras/es em geral, como prova de resistência da luta pela vida e da manutenção integral de seus territórios, ocupava desde o dia 10 de março de 2013 uma antiga fazenda/viveiro de camarão que se encontrava desativada desde 2004.

imageTomar as ruas por uma agenda contra a direita e o governismo Jun 25 Integrante da Coordenação Anarquista Brasileira (CAB) 0 comments

A larga noite das lutas de 17 de junho mudou a conjuntura brasileira e redimensionou os protestos sociais. A mobilização massiva de cerca de 1 milhão de manifestantes em dezenas de capitais e cidades do país e do mundo não acontecia em nossa história política desde o Fora Collor em 1992. Há um antes e um depois que põe na cena nacional um novo sujeito histórico coletivo que é catalisador de uma poderosa força social nas ruas. [Castellano] [Italiano]

imageResistir até a tarifa sumir! Jun 19 Integrante da Coordenação Anarquista Brasileira (CAB) 0 comments

O país está sendo tomado por mobilizações na luta pelo transporte público. No início dessa semana, manifestações gigantescas tomaram Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e dezenas de outras cidades. O Congresso em Brasília foi ocupado por manifestantes, assim como a Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro. Até agora, Porto Alegre, Goiânia, Natal, Recife e outras cidades já conquistaram a redução da tarifa, mas a perspectiva de vitória é grande em várias outras cidades. [English] [Français] [Italiano]

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